Pilotos que assumiram avião após ataque são de Fiji e da África do Sul

Identidades vieram à tona depois que a dupla foi homenageada na terça-feira pelos Emirados Árabes Unidos. O presidente Mohammed bin Zayed Al Nahyan condecorou os membros da tripulação envolvidos no episódio em "reconhecimento aos seus esforços corajosos para garantir a segurança dos passageiros".
O piloto indiano atacado, Smit Machchhar, também recebeu o mesmo prêmio. Ele apareceu nas fotos divulgadas pelas autoridades árabes com o braço imobilizado e com pontos atrás da cabeça, enquanto ainda se recupera dos ferimentos causados pelo agressor. Ele disse ao presidente que ainda precisaria de dois meses para se recuperar totalmente.
O ataque ocorreu em 30 de setembro, durante o voo entre Dubai e Tel Aviv. A aeronave perdeu 16 mil pés de altitude em 30 segundos antes de o agressor ser contido e os dois pilotos fora de serviço assumirem os comandos. Cerca de 150 passageiros israelenses estavam a bordo.
Suspeito é investigado por plano contra Tel Aviv
Fontes israelenses afirmam que o copiloto Hamam al-Hammami, de Omã, planejava matar Machchhar e seguir para Tel Aviv sem levantar suspeitas. O objetivo seria lançar o avião contra o aeroporto Ben-Gurion, afirmou uma fonte ouvida pelo The Jerusalem Post.
A inteligência israelense também aponta que o copiloto cogitou atingir as Torres Azrieli, perto da sede militar israelense, no centro de Tel Aviv. A apuração indica que ele teria iniciado o ataque sobre a Jordânia, a cerca de dez minutos da fronteira israelense.
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