Detetive estuprada por colega pede saída de chefe da polícia de Londres

Williams relata que Carrick a estuprou depois de sugerir que ela dormisse em sua casa para não dirigir tarde da noite. Ao ouvir uma recusa, ele respondeu: "É o que eu faço. Vou continuar."
A disputa por indenização
Williams desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático após o ataque e processou a polícia de Londres por não tê-la protegido de Carrick. O processo civil durou quatro anos e terminou em acordo, com pagamento de indenização sem reconhecimento de responsabilidade pela corporação.
Durante a ação, advogados da polícia questionaram a gravidade do transtorno por ela ter sido estuprada uma única vez, relata Williams. Um documento enviado a ela afirma que o abuso ficou restrito a "um único episódio" ao avaliar a indenização.
Williams diz que a estratégia jurídica da corporação fez com que ela revivesse a violência. "Foi como ser estuprada de novo", afirma a detetive, hoje com 60 anos.
Pedido de saída de Mark Rowley
Williams acusa Rowley de não mudar a cultura policial e de priorizar a imagem pública da corporação em vez do apoio às vítimas. "Eu gostaria que ele renunciasse. Não acho que ele seja apto para o cargo", diz.
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