SP: Servidora investigada diz que não viu parte interna de prédio que caiu

A operação de resgate envolveu uma grande equipe do Corpo de Bombeiros. Nas 24 horas de buscas, atuaram 70 homens, entre bombeiros e policiais militares, 22 viaturas e um cão farejador. O trabalho foi acompanhado pela Defesa Civil.
Um homem acabou preso temporariamente após as mortes. Ele foi detido pela Polícia Civil no domingo, e seria o responsável pela construtora que tocava a obra. Outras duas pessoas, um filho e uma nora do preso, estão foragidos, de acordo com a polícia.
A servidora municipal que fez a vistoria da obra em 2024 foi afastada por 120 dias. Ela, que atestou a demolição da obra em 2024, foi intimada a prestar depoimento hoje e pode ser investigada. A informação de que a obra não foi demolida foi dada pelo prefeito Ricardo Nunes, após análises de técnicos por meio de imagens de satélites.
Um dos envolvidos foi preso temporariamente, enquanto outros dois seguem foragidos. Uma servidora municipal que atestou a demolição da estrutura existente no local prestou depoimento nesta terça-feira (15) e também é investigada.
Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, em nota
A Controladoria Geral do Município (CGM) embargou todas as obras em andamento na cidade das construtoras envolvidas no desabamento na zona leste. Os pedidos de alvarás que ainda estão em análise no município solicitados por essas mesmas empresas também serão suspensos. O objetivo é resguardar o interesse público, enquanto são esclarecidos os fatos e eventuais responsabilidades relacionados ao caso.
A defesa da construtora responsável pela obra disse que o embargo da obra havia sido suspenso. Em entrevista para jornalistas após o episódio, o advogado comentou que a documentação do prédio havia sido aprovada e todos os pavimentos do edifício estavam regulares.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.