PunchUNIUYO to monetise sports with new policy — VCESPN DeportesMax, el más rápido en tercera práctica en Bakú; Checo luce fuerteThe Jerusalem PostGov't warns against bringing Four Species into Israel without authorization ahead of SukkotInquirer2028 polls survey: Sara-Robin 12 points ahead of Leni-Bam tandem — OCTADaily MaverickEDUCATION: R6,600 a month to catch up: Inside SA’s costly private tutoring marketCNN TürkSermaye piyasası soruşturmasında yeni gelişme: 19 tutuklamaUOLRússia tenta criar alternativa à Starlink após perder acesso à rede de Elon MuskVarietyBlock the Merger Coalition Asks Court to Reject Paramount’s Settlement With States Over Warner Bros. DealWirtualna PolskaOdjechał samochodem osobowym. Zaginął 12-latek, policja z apelemThe IndependentDyfed-Powys Police hit by cyber attack as information at riskDaily MailBreakthrough brain cancer test cuts diagnosis from weeks to hours: 'Huge leap forward for patients'RapplerCarlos Yulo falls short of parallel bars medal, concludes stellar Asian Games
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, September 25, 2026

Sucesso em 'Sintonia', Júlia Yamaguchi almeja papel na TV: 'Meu desejo é fazer novela'

Translate

Júlia Yamaguchi, de 34 anos, celebra as oportunidades profissionais que têm conquistado nos últimos anos. Destaque no elenco das cinco temporadas da série Sintonia, entre 2018 e 2025, na pele da personagem Scheyla, ela trocou uma carreira bem encaminhada como relações-públicas pela atuação.

Nascida em uma família de mãe japonesa e pai português --, a atriz foi criada São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo. Embora tenha feito sua primeira peça teatral quando ainda estava no Ensino Médio, ela cursou Relações Públicas na Unesp (Universidade Estadual de São Paulo). Após se formar, conquistou empregos na área de comunicação e decidiu experimentar o meio artístico.

"Meu trabalho na comunicação me trouxe estabilidade. Assim, pude investir em um curso profissionalizante de atuação. Quis viver de arte. São altos e baixos. Há momentos em que você é muito lembrado; outros, não", afirma a atriz, que lançou o filme Nando Entre Dois Mundos - Um Filme Sintonia, um spin-off da série, em agosto.

Júlia Yamaguchi, como Sheyla, em cenas da série 'Sintonia' — Foto: Netflix
Júlia Yamaguchi, como Sheyla, em cenas da série 'Sintonia' — Foto: Netflix

Ao longo da carreira, Júlia acumula experiências no teatro com o espetáculo Ainda Lembro (2010), na dublagem do longa Uma História de Amor e Fúria” (2013), além das séries Unidade Básica (Universal, 2016) e Rotas de Ódio (Globoplay, 2019). Para o futuro, a atriz não esconde um desejo: "Ainda tenho muito a realizar na minha carreira. Fiz série, filme, peça. Meu desejo agora é fazer uma novela".

A maturidade fez com buscasse um novo olhar para si. "Na virada de Saturno, aos 30, busquei o autoconhecimento. Acredito no amor, quero me apaixonar, casar, ter minha família."

Quem: Você conquistou uma nova projeção profissional com Sintonia. Como era sua vida antes da atuação?
Julia Yamaguchi:
Antes de me dedicar à atuação, cursei Relações Públicas na Unesp, em Bauru, pelo meu desejo de me comunicar. Gosto da conexão com pessoas. Cheguei a trabalhar na área, como relações-públicas. Quando eu atuo, entendo o universo e os anseios do personagem. Trabalhei durante oito anos no ambiente corporativo. Até então, eu encarava as artes de forma amadora, mas resolvi estudar, me profissionalizar e tirar o meu DRT, há quatro, cinco anos.

Julia Yamaguchi — Foto: Thalles Leamari
Julia Yamaguchi — Foto: Thalles Leamari

A transição profissional foi uma decisão sua? Sua família apoiou ou você teve que bater o pé?
Meu trabalho na área de comunicação me trouxe estabilidade para que eu pudesse investir em um curso profissionalizante de atuação. Como atriz, são muitas instabilidades e desafios. As decisões foram minhas. Quis viver de arte. São altos e baixos. Há momentos em que você é muito lembrado; outros, não. Por ter vindo da área da comunicação, eu também sei me preservar naquilo que vou aceitar.

No sentido de não sair aceitando qualquer coisa?
Exato!

Julia Yamaguchi — Foto: Thalles Leamari
Julia Yamaguchi — Foto: Thalles Leamari

E o que mudou na sua vida desde a primeira temporada de Sintonia?
Sintonia me transformou não apenas profissionalmente, mas também como pessoa. Pude mergulhar na realidade dura da periferia de São Paulo. Para sermos fidedignos, convivemos em diferentes periferias de São Paulo, especialmente a do Jaguaré. Também vim da periferia. Nasci e fui criada em São Miguel Paulista. É uma realidade de muitas camadas. Posso dizer que me tornei uma pessoa com Sintonia.

Como é a repercussão?
Muitas pessoas vinham falar que era a primeira vez que viam a realidade delas retratada. Na quarta temporada, fui abordada por muitas egressas do sistema carcerário. Entendi a minha responsabilidade por ter retratado essas pessoas. Sintonia tem muitos fã-clubes nas redes sociais. Faço questão de interagir, responder DMs... Muita gente cresceu assistindo. São quase dez anos da nossa primeira temporada. Tem gente que nos aborda como se fosse nosso amigo. Adoro isso. É uma relação gostosa de reconhecimento. As pessoas maratonam Sintonia. Tem um índice de desistência muito baixo.

Júlia Yamaguchi e Christian Malheiros formam par, como Scheyla e Nando, em 'Sintonia' — Foto: Reprodução/Instagram
Júlia Yamaguchi e Christian Malheiros formam par, como Scheyla e Nando, em 'Sintonia' — Foto: Reprodução/Instagram

E como foi o spin-off?
Depois de cinco temporadas e muito domínio dos nossos personagens, o filme ainda traz um retrato novo, novas camadas. Foi um projeto super colaborativo. Teve um enredo mais maduro. Meu trabalho com o Christian Malheiros é muito próximo. Nós fizemos os testes juntos. Foram três meses de testes, muito intenso.

Consegue eleger alguma etapa como mais desafiadora?
A quarta temporada trouxe um novo desafio, a personagem dentro do cárcere. Foi um trabalho denso. Estudei para que a interpretação não ficasse leve, nem over. Li livros, assisti a documentários, antes de fazer uma visita presencial. A maioria dos crimes que leva as mulheres à prisão não envolve violência. São crimes passionais ou por legítima defesa. Quando conheci as mulheres do presídio, toda a teoria que estudei em livros caiu (risos). Durante esse processo, não quis ficar em casa, no conforto do meu apartamento.

Julia Yamaguchi — Foto: Thalles Leamari
Julia Yamaguchi — Foto: Thalles Leamari

Quais os próximos passos você gostaria de dar na carreira?
Ainda sinto que tenho muito a realizar na minha carreira. Fiz série, filme, peça. Meu desejo agora é fazer uma novela. Ainda não tive essa oportunidade e acredito que uma novela possa me enriquecer profissionalmente.

Nas redes sociais, você algumas atividades físicas que realiza. É o hábito frequente?
Estar em movimento me ajuda. Minha relação com exercício físico é muito forte. É um momento que estou comigo mesma, com meus limites. Não me considero rata de academia. Sou fã de esportes. A yoga me centra, a natação ajuda a minha respiração, a corrida é meditativa.

Júlia Yamaguchi em prova de corrida na cidade de São Paulo — Foto: Reprodução/Instagram
Júlia Yamaguchi em prova de corrida na cidade de São Paulo — Foto: Reprodução/Instagram

Para você, a corrida funciona como uma forma de meditar?
Sim. O esporte me ajuda no autoconhecimento, é uma forma de terapia. Dizem que o ator é um atleta do coração para ter a capacidade de transmitir emoções. Não sou uma pessoa fitness, gosto de comer uma besteira. Mas, pela minha ligação com o esporte, uma alimentação saudável está incorporada na minha rotina.

Você falou que estava casada durante o início de Sintonia. E hoje? Solteira, na pista, enrolada?
Estou em um momento de muito autoconhecimento. Na virada de Saturno, aos 30, busquei o autoconhecimento. Acredito no amor, quero me apaixonar, casar, ter minha família. Tudo isso exige o momento certo. Na minha terapia, aprendi a solitude. Sou uma pessoa que se apaixona facilmente.

View the original on Quem →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.