Saiba os planos do Santa Cruz para contratar o novo técnico

O que não significa, no entanto, que as pretendidas mudanças vão acontecer uma atrás da outra. Ainda mais no caso da chegada de um substituto para dirigir o time na próxima temporada.
O ge apurou que a direção do presidente Bruno Rodrigues e a cúpula de investidores da futura SAF não pretendem fechar com um novo treinador agora.

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"Não temos pressa. Não será nesta semana e nem na próxima o acerto, por exemplo. O Santa Cruz tem outras diretrizes para seguir no momento", confidenciou uma fonte à reportagem.
Nomes de profissionais do mercado são avaliados por diretoria, Thairo Arruda e Danilo Caixeiro, dois dos investidores da SAF, mas sem profundidade nas conversas. Não há negociação em curso.
Prancheta genéde técnico — Foto: FMF
Segundo informações colhidas pelo ge, a ordem de prioridades no futebol estabelecida pelo Santa Cruz será: uma vez acertada as saídas de Alex Brasil e Cristian de Souza e a chegada de Eduardo Freeland como executivo, direção e investidores estruturarão primeiro uma equipe de scout.
Isto é, um grupo de profissionais (analista de mercado e de desempenho, por exemplo) encarregado por prospectar reforços, avaliar jogadores e adversários e que auxilia clubes nas tomadas de decisão sobre montagem de elenco e planejamento estratégico.
Será essa nova equipe de scout que, quando constituída, será responsável por direcionar as buscas do Santa Cruz a partir de um perfil, em construção, de profissionais que gestão e os acionistas da SAF pré-estabeleceram para trazer. Entre eles está o técnico.

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Com os especialistas contratados, eles receberão carta branca para buscar jogadores alinhados a um plano de jogo pré-definido (técnico, tático, físico e mental) e, vencida essa parte, atacarão o mercado à procura de um treinador que trabalhe com tais características.
Cabe ressaltar que o departamento de scout será responsável quase que em 100% pela contratação dos reforços do Santa Cruz daqui em diante. O técnico, quando vier, poderá até atuar como apoio, mas não como última palavra do assunto. A autonomia integral será dada aos especialistas.

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Impulsionado pelo acesso à Série B e pela chegada da SAF, o Tricolor estima uma folha salarial mensal de R$ 2,5 milhões para começar 2027. Ela será reservada unicamente para gastar com atletas. Este ano, o valor foi de R$ 1,5 milhões. Trata-se, assim, de aumento superior a 60% de um ano para o outro.
Para disputar a Série B, no entanto, o investimento será ainda maior: a cláusula no contrato da SAF obrigou investidores a destinar pelo menos R$ 36 milhões ao orçamento da equipe na Série B.
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