ESPN Deportes'Hormiga' marcó su primer gol en la Europa League para empatar el encuentroDaily MaverickAFRICAN AVIATION: Africa’s air travel relies on distant hubs: It’s time to fix thisThe Jerusalem PostNorwegian Jews decry proposed criminalization of settlement trade - interiewוואלהצה"ל: שלושה מחבלי חמאס והג'יהאד האיסלאמי חוסלו בצפון רצועת עזהESPNTommy Pham homers for White Sox after making case for activation to GM in elevatorRTP DesportoPortugal cai nos `oitavos` do Mundial feminino de sub-20 ao perder com EspanhaGlobal NewsDistraction robberies targeting senior South Asian women rising in EdmontonThe IndependentNoah Woods latest: Body found in search for boy, 3, last seen in Suffolk playgroundFrance 24Amnesty says Iran committed 'crimes against humanity' in protests crackdownNOSCentrumlinkse oppositie in Zweden nipt groter dan rechts blokDeadlineBobbi Althoff Bringing Back ‘The Really Good Podcast’, New Season Premieres End Of SeptemberThe Hollywood ReporterViral YouTube Star Julie Nolke Plans Dark Comedy Series ‘Becky and Miranda’
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, September 16, 2026

Com 32,2% de mulheres na liderança, Brasil ultrapassa potências europeias; revela estudo

Translate

O Brasil ultrapassou potências consolidadas do mercado internacional na corrida das mulheres por cargos de liderança.

Segundo o estudo inédito "The State of Women in Leadership", divulgado pelo LinkedIn e assinado por Silvia Lara e Matthew Baird, o país registra 32,2% de liderança feminina e aparece à frente de França, Itália, Reino Unido e Suécia no ranking global.

A distância para o primeiro colocado, a Finlândia, com 45,1%, ainda é de 13 pontos percentuais. Mas o levantamento mostra um avanço consistente da América do Sul: Colômbia, Costa Rica e Chile também pontuam entre as nações com maior presença de mulheres na liderança, o que reforça o aquecimento do mercado latino-americano nesse quesito.

O Brasil na dianteira da América Latina

O resultado do LinkedIn não é isolado. Em outro levantamento, o da consultoria Grant Thornton, o país já chegou a ocupar a 12ª posição em participação feminina em cargos de liderança, segundo relato de uma fonte do setor.

O estudo do LinkedIn também mapeia a presença feminina por geração no mercado de trabalho: 27,4% entre os Baby Boomers, 38,6% na Geração X, 45,4% entre os millennials e 48% na Geração Z. A progressão mostra uma força de trabalho cada vez mais equilibrada entre as gerações mais jovens.

A Geração X, nascida entre 1965 e 1980, é apontada como a "ponte" entre esses dois extremos. Segundo o relatório Ipsos Generation Report, essa geração corresponde à "idade do sucesso" entre os CEOs da Fortune 500, tendo enfrentado desde cedo os desafios de escolaridade, paridade no setor e as lacunas da maternidade.

O avanço aparece em números, mas se sustenta em quem já ocupa a cadeira: uma geração de executivas que abriu caminho antes de existir ranking para medir.

LEIA MAIS: Advanced Boardroom Program for Women (ABP-W), da Saint Paul

View the original on Exame

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.