Romeu Zema vê simplificação pela reforma tributária e defende redução de imposto
Em relação a pauta trabalhista, o candidato voltou a defender o trabalho "por hora", além da CLT. "É a pessoa que determina: eu quero trabalhar trinta horas por semana, eu quero trabalhar quarenta ou cinquenta, dependendo da situação dela", disse, ao ressaltar que essa medida trará mais liberdade para o empregador.
Salário mínimo e Bolsa Família
O candidato, durante a entrevista, defendeu políticas como o Bolsa Família e afirmou que, caso seja eleito, não haverá perdas no salário mínimo.
"Eu quero deixar claro aqui que o salário mínimo no meu governo não terá nenhuma perda. E espero que com as mudanças que eu fizer, com a economia que eu fizer, acabando com supersalários, acabando com a corrupção, que foi o que eu fiz em Minas Gerais, acabando com privilégios, revendo contratos, enxugando a máquina pública, nós possamos realmente estar avaliando algum ganho extra", disse, ao enfatizar que esse cenário estaria condicionado a melhorias nas contas públicas.
Ao ser questionado sobre o Bolsa Família, o candidato afirmou que o benefício é "importantíssimo". "Eu quero aprimorá-lo. Eu quero que ele continue crescendo para quem precisa", disse. Em seguida, ele também defendeu a ideia de uma "porta de saída" para programas sociais.
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