Empresário de Dolly Parton entra com ordem de restrição contra sobrinho da artista; entenda a briga

A disputa familiar envolvendo familiares e funcionários da saudosa atriz e cantora country Dolly Parton, que morreu em agosto, aos 80 anos, ganhou um novo capítulo! Depois de Bryan Seaver, sobrinho e chefe da segurança da família ser demito, o empresário de longa data de Dolly agora entrou com um pedido de ordem de restrição temporária contra ele, segundo informações obtidas pelo TMZ.
O veículo, que teve acesso a documentos judiciais apresentados Danny Nozell, diz que o empresário da artista alega que Bryan começou a "invocar sua experiência autoproclamada como contratado militar, acesso a armas e capacidade de violência para extorqui-lo e forçá-lo a ceder às suas exigências financeiras.
Com isso, Danny demitiu Bryan e disse que o sobrinho de Dolly já havia protagonizado supostos episódios de ameaças, intimidações e coerções algumas semanas antes da morte da cantora.
"O dinheiro dela é bom que seja maior do que o que posso ganhar em outro lugar, ou vou ferrar com todo mundo. Estou prestes a me tornar o chefe de retribuição para toda a minha família" e "vou criar um podcast dedicado a arruinar as parcerias de marca de Dolly e contar sobre as violações que essas pessoas cometeram contra nós" estariam entre as ameaças.
"Tudo o que faço é guerra... todos precisam se preocupar com o que posso fazer", "não sou do ramo do entretenimento. Sou um assassino" e "vou ferrar com qualquer entidade que eu puder imaginar" ainda são supostas mensagens que integram o processo movido pelo empresário contra o sobrinho da cantora e atriz.
Vale lembrar que o empresário destituiu Bryan, que foi quem noticiou a morte da tia no Instagram oficial dela, do posto de chefe de segurança no último dia 15 e a ação ainda pede que Bryan "não interfira nos negócios de Dolly, não perturbe seus parceiros comerciais e mantenha uma distância de cerca de 300 metros dos escritórios".
Bryan, porém, nega as alegações contidas na petição. "Sou militar de carreira e contratado militar, e realizo negociações de armas para governos estrangeiros. Sou um profissional de segurança e sou um assassino. No entanto, nada do que consta no processo eram ameaças, e mantenho a maioria dos comentários que fiz", disse ele ao TMZ, afirmando que as mensagens foram tiradas de contexto para fazer parecer que ele estava ameaçando pessoas.
"Eu estava em uma conversa privada com Danny, que eu achava que era meu amigo e que gosta de bancar o gângster. Muitas dessas mensagens eram apenas dois caras desabafando com raiva e chorando ao telefone enquanto estávamos de luto", completou Bryan.
Já sobre "ferrar pessoas", ele assumiu a autoria das mensagens. "Eu estava falando sobre pessoas que prejudicaram a Dolly nos negócios, uma empresa específica, que a assustou e a intimidou. Esses comentários eram sobre parceiros de negócios horríveis e específicos que agiram mal com ela, e mantenho o que disse."
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