Déia Freitas, do 'Não Inviabilize', explica sumiço das redes sociais: 'Tive um piripaque sério'

Influenciadora, que comanda o famoso podcast, detalhou o que aconteceu após as eleições e deu uma atualização sobre seu estado de saúde
A influenciadora, psicóloga e escritora Déia Freitas, de 51 anos, explicou o motivo do seu sumiço das redes sociais. A criadora do podcast Não Inviabilize, que é engajada politicamente, contou que passou mal e foi parar no hospital após o resultado do primeiro turno das eleições no Brasil. Pelo Spotify, ela falou que precisa se cuidar antes de se posicionar.
"Sei que estou afastada e devendo uma manifestação nas redes, que não fiz ainda porque depois da apuração dos votos, comecei a me sentir muito mal fisicamente e tive que ir pro PS [pronto socorro] e fui hospitalizada. Sim, tive um piripaque sério em decorrência do resultado das eleições", disse Déia, que apoia a reeleição do atual presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).
"Tenho cardiologista marcado, mas tive que desmarcar todos os meus compromissos dessa semana. Tenho que fazer repouso. Também não devia estar nas redes sociais, mas não consigo tanto. O médico falou um negócio que está acontecendo muito nessa época. Você proibir uma pessoa que trabalha com redes sociais a cortar 100% de vez, a pessoa vai ter mais ansiedade", comentou.
Déia explicou que teve picos de pressão e que ela ainda não está recuperada. "Minha pressão arterial ainda não está estabilizada. Tenho uma questãozinha para resolver do coração, então é aquele combo da pessoa que vai ter um piripaque e cai morta. Nesse momento, eu não consigo gravar nada e fazer nada em relação às eleições, porque tudo me emociona muito, tudo me deixa muito nervosa e não estou podendo passar esse nervoso por agora", enfatizou.
A psicóloga tranquilizou seguidores dizendo que já está tomando remédios e explicou que vai esperar passar na cardiologista para saber quais serão as recomendações antes de voltar às redes sociais. "Estou passando mal fisicamente a ponto de morrer. Preciso me cuidar um pouco, pelo menos essa semana. Não quero morrer por conta das eleições. É por isso que não fiz nada nas redes."
Em seu relato ela fez críticas a Flávio Bolsonaro (PL), que disputa com Lula o segundo turno da eleição presidencial. "Vislumbro um futuro tenebroso caso a criatura, filho da outra criatura, ganhe, então vou me poupar nesse momento", falou Déia, que também fez críticas Eduarda Campopiano (PL), deputada estadual mais votada de São Paulo que defende pautas conservadoras, é antifeminista, já chamou os povos indígenas de canibais e fez uma postagem transfóbica contra Erika Hilton (PSOL) após as eleições.
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