9h. INEM. Técnicos acreditam no cancelamento da greve
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Dorção Novaras. As notícias com Luís Soares. O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar está otimista e acredita que a greve marcada para este mês pode ser cancelada. Está a decorrer a esta hora uma reunião com o governo e o INEM no Ministério da Saúde.
Reunião que foi convocada pela ministra da Saúde com o objetivo de chegar a acordo para cancelar a paralisação marcada para segunda-feira e também para dia 28. Em causa estão medidas de reorganização de meios que têm sido tomadas pelo Conselho Diretivo do INEM e que não agradam aos técnicos de emergência pré-hospitalar. O repórter Carlos Pedro está a acompanhar esta reunião junto ao Ministério da Saúde e aí à chegada, Carlos, o presidente do sindicato repetiu a ideia de que há a possibilidade da greve vir a ser cancelada.
Precisamente, Luís. Um otimismo que foi sublinhado por Rui Lázaro na chegada ao Ministério da Saúde. Já esta manhã, o presidente do Sindicato dos Técnicos do INEM diz mesmo que já houve indicações em reuniões passadas de que pode haver acordo, pelo menos o suficiente para cancelar estes dois dias de greve.
Continuamos otimistas, não só porque já demonstrámos à ministra da Saúde a sensibilidade na nossa contraproposta, mas também porque na última reunião ela se mostrou bastante empenhada em que houvesse um entendimento e que, de alguma forma, nós sentíssemos que as garantias de que a resposta do INEM não sai diminuída e que, por outro lado, sai reforçada, fossem satisfeitas.
Otimismo de Rui Lázaro. Para hoje, este sindicato espera que, pelo menos na contraproposta do governo e do INEM, não haja uma diminuição da capacidade de resposta assistencial aos portugueses, algo que foi apontado e criticado na última proposta rejeitada pelos técnicos do INEM. Esta é a última oportunidade para pôr fim às greves já marcadas para os dias 14 e 28 deste mês, duas segundas-feiras. O sindicato passa agora a responsabilidade quanto ao tema para o INEM e também para o governo. Avança ou não avança, é uma discussão que já junta também a ministra Ana Paula Martins e o presidente do INEM no encontro que arrancou, Luís, já depois das 08h30 da manhã.
E o Carlos Pedro vai ficar muito atento a esta reunião no Ministério da Saúde, reunião do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar com o INEM e também com a ministra da Saúde. Se se confirmar esta greve, será a segunda paralisação mais significativa dos técnicos de emergência pré-hospitalar em menos de dois anos.
Vai ser apresentado hoje um estudo, no qual participa Pedro Passos Coelho, sobre reformas prioritárias para Portugal. Conclui que a baixa produtividade é um dos principais fatores que travam a economia.
Estudo promovido pela Associação Comercial do Porto é coordenado pelo ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, em conjunto com o socialista Sérgio Sousa Pinto e Nuno Botelho, o presidente da associação. As conclusões vão ser depois apresentadas ao primeiro-ministro e ao presidente da República, sendo que o estudo deve terminar apenas no final deste ano. A primeira fase de diagnóstico dos problemas já terminou e, Rui Casanova, as conclusões não são animadoras.
O estudo tem como título "Bloqueios versus Reformas: Uma Visão para Portugal" e os autores concluem que Portugal não enfrenta apenas um problema isolado, mas sim vários bloqueios que, em conjunto, se reforçam mutuamente e que bloqueiam o crescimento nacional. Os autores, entre os quais se inclui o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, sublinham também que a baixa produtividade é o principal entrave, neste momento, ao crescimento da economia. Esta primeira fase do estudo consistiu em fazer, sobretudo, um diagnóstico dos principais bloqueios ao desenvolvimento econômico e social do país. Os autores propõem reformas, de forma a contribuir para que Portugal cresça de forma sustentada, crie melhores empregos, aumente os salários, consiga reter o talento, sobretudo dos mais jovens, financie o Estado social e proporcione aos portugueses um nível de vida mais elevado.
Pedro Passos Coelho volta assim a pressionar o governo, mas além deste estudo, Rui, Passos Coelho assina o prefácio de um livro no qual escreve que o tempo para avançar com reformas está a esgotar-se.
Sim, um aviso aqui repetido por Pedro Passos Coelho. Avisa que uma agenda verdadeiramente reformista demora pelo menos duas legislaturas a ser feita e afirma que este governo da AD só chega à próxima legislatura se começar a agir agora, com verdadeiro ímpeto reformista. O ex-primeiro-ministro volta assim a pressionar Luís Montenegro. É o que indica o prefácio do livro do comentador e colunista do "Expresso", Pedro Gomes Sanches, que vai ser apresentado no dia 7 de outubro. O prefácio é hoje divulgado pelo semanário.
Rui Casanova, e os desafios e avisos de Pedro Passos Coelho em dose dupla. O governo da AD volta a ser o visado, com o ex-primeiro-ministro a colocar pressão.
Este é um assunto em destaque a esta hora no site do Observador. Assinalam-se hoje os 25 anos do 11 de setembro. Quase 3 mil pessoas morreram, incluindo nove portugueses e lusodescendentes. Donald Trump não vai estar em Nova York, mas sim no Pentágono.
É o que indica a agenda oficial da Casa Branca. O presidente norte-americano Donald Trump vai estar no Pentágono. Vai ser J.D. Vance, vice-presidente, a marcar presença em Nova York, no Ground Zero. Quem está em Nova York também é a rádio Observador. A Judite França dá-nos conta de um forte dispositivo de segurança, Judite, a poucas horas das cerimônias começarem.
Sim, Lower Manhattan vai estar sob apertadas medidas de segurança. As homenagens vão começar logo de manhã, no Ground Zero, com a tradicional leitura dos nomes de todas as vítimas. Ao longo da cerimônia, são cumpridos seis minutos de silêncio a assinalar o impacto dos aviões nas Torres Gêmeas, no Pentágono e na Pensilvânia, assim como o desabamento do World Trade Center. O memorial reabre ao público às 15h, coincidindo com o acender do icônico Tribute in Light, os dois feixes de luz azul que vão projetar a silhueta das antigas torres no céu da cidade até o amanhecer. Para blindar a zona, a Polícia de Nova York e os serviços secretos montaram um perímetro de segurança reforçado. Há cortes de trânsito a sul de Canal Street, equipas de bloqueio de drones, patrulhas marítimas nos rios, cães de detecção de explosivos. A polícia revela que não há qualquer ameaça credível, mas as medidas são estritamente preventivas.
A Judite França a dar aqui conta do forte dispositivo de segurança, sobretudo em Nova York, no dia em que se assinalam os 25 anos dos atentados do 11 de setembro.
A emissão especial da tarde vai ser feita a partir de Nova York, com o Ricardo Conceição e a Judite França. 09h06, já a seguir "O Explicador", com entrevista ao ministro da Educação. Primeiro, Luís, que outras notícias estão em destaque nesta manhã?
A Ordem dos Médicos propõe hoje várias medidas para fixar profissionais de saúde no interior do país. Os destaques vão para a redução de IRS, carro de serviço, prêmio de instalação e oferta de habitação a custos controlados. As iniciativas a que o Observador teve acesso constam de um estudo que vai ser apresentado hoje. Está previsto para daqui a meia hora o início do julgamento dos dois agentes da PSP da Esquadra do Rato, acusados de crimes de tortura e violação. As vítimas eram, sobretudo, pessoas vulneráveis, como toxicodependentes, sem-abrigo ou imigrantes. O julgamento decorre no Campus da Justiça, em Lisboa. Pelo menos oito pessoas ficaram feridas no ataque russo com drones contra Kiev durante a madrugada. De acordo com as autoridades ucranianas, os drones atingiram um prédio de nove andares e provocaram um incêndio. A Rússia lançou pelo menos 66 drones contra a Ucrânia durante a noite, segundo a Força Aérea Ucraniana.
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