ESPN DeportesYankees con Mcmahon y Rice imponentes, toman ventaja en la serie ante RaysThe Jerusalem PostEight sailors assigned to USS Lincoln attempted suicide, Navy Secretary tells Congress한겨레사격 소승섭, 유도 김혜미…30~40대에 AG 첫 출전 ‘금’보다 값진 도전UOLAlagoas tem disputa de cardeais do antigo e do novo centrão em embate de Lira e Renan CalheirosHong Kong Free PressHong Kong slams EU report claiming ‘deterioration of fundamental freedoms’ in the city中国新闻网(长征胜利90周年)百件作品绘长征 广西美术作品联展回望革命历史PunchSenator facilitates market to boost commerce in Edo communityLenta.ruВ США заявили о готовности расширить торговое соглашение с КитаемMalay MailWoman found dead in Kuala Kangsar home, police arrest two suspects believed to be relativesLa NaciónFuror por Lizzie Borden: las principales diferencias entre la historia real y la serie Monster de NetflixGlobal NewsFrom meat to the saddle: B.C. rancher trains yaks to carry ridersEl ComercioDólar BCV HOY, miércoles 23 de setiembre: Tipo de cambio y tasa oficial en Venezuela
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, September 24, 2026

Fábrica de munições: acordo assinado na próxima semana

Translate

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou esta quarta-feira que na próxima semana deverá ser assinado um acordo no âmbito da construção da nova fábrica de munições, capacidade que Portugal voltará a ter.

“Portugal já teve muita força e capacidade na produção de munições, desapareceu, perdemo-la. [A fábrica de] Braço Prata, por exemplo, mas não só. Nós vamos produzir as munições em Portugal. Posso dizer-lhe que, em princípio, para a semana, será assinado o executive agreement [acordo executivo] relativo às munições”, afirmou Nuno Melo.

O ministro falava aos jornalistas à margem da cerimónia do 51.º aniversário da Polícia Judiciária Militar (PJM), que decorreu no Museu da Marinha, em Lisboa.

A intenção do Governo de voltar a ter uma fábrica de munições em Portugal foi anunciada pela primeira vez há cerca de dois anos pelo ministro da Defesa.

Nuno Melo já anunciou que o Governo pretende ter uma participação entre 35 e 51% nesta fábrica cujo investimento deverá rondar os 45 milhões de euros e criar “mais de 100 postos de trabalho”.

Interrogado sobre quando é que o executivo prevê entregar ao parlamento a nova Lei de Programação Militar, que tem que ser revista este ano, Nuno Melo não adiantou uma data, afirmando que na próxima semana deverá reunir-se com os responsáveis do grupo de trabalho criado para a elaboração da proposta – coordenado pela Direção-Geral do Armamento e Património e da Defesa Nacional e que inclui membros do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e dos três ramos militares.

O governante salientou que existem “passos cronológicos” no processo de apresentação da proposta que não dependem só da sua tutela, mas também das Finanças e de uma aprovação em Conselho de Ministros.

Em entrevista à Lusa, o Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Nobre de Sousa, já afirmou que quer incluir na proposta a compra de um terceiro submarino e a substituição dos helicópteros a operar nas fragatas.

A Lei de Programação Militar (LPM) estabelece o investimento público em meios e equipamentos para as Forças Armadas a 12 anos.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.