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Monday, September 28, 2026

Príncipe George enfrenta nova regra ao iniciar estudos no Eton College, tradicional internato inglês

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Príncipe George, de 13 anos, terá algumas restrições no uso de celular durante os estudos na Eton College, tradicional escola britânica onde começou a estudar em setembro. Segundo informações divulgadas pela People, alunos do primeiro ano não podem utilizar smartphones na instituição e precisam recorrer a aparelhos mais simples para manter contato com a família.

A regra faz parte das normas da escola, que recebe alunos em regime de internato. Os estudantes podem usar celulares básicos, conhecidos popularmente como celulares tijolões, que não tem acesso à internet, somente faz ligações e envia mensagens por SMS. Dessa forma, George poderá continuar se comunicando com os pais, o príncipe William e Kate Middleton, mesmo sem ter acesso a um smartphone durante a rotina escolar.

George, filho do Príncipe William e de Kate Middleton, em primeiro dia no internato — Foto: Getty Images
George, filho do Príncipe William e de Kate Middleton, em primeiro dia no internato — Foto: Getty Images

A política do internato não deve ser uma dificuldade para o príncipe. Antes de mudar de escola, George não possuía nenhum aparelho eletrônico. Seu primeiro celular foi dado pelos pais em agosto, pouco antes de ingressar na instituição, e é justamente um modelo “tijolão”

“Acho que as crianças podem acessar muita coisa desnecessária na internet. Ter um celular apenas para chamadas e mensagens de texto, um modelo antigo, parece uma boa ideia", afirmou William em em declaração sobre presente dado ao filho.

O príncipe iniciou a nova fase dos estudos acompanhado dos pais no dia 8 de setembro. Ele deixou a Lambrook School, onde estudava ao lado dos irmãos mais novos, a princesa Charlotte, de 11 anos, e o príncipe Louis, de 8.

Internato tradicional da Coroa Britânica

A Eton College também tem um significado especial para a família real. O príncipe William estudou na instituição a partir de 1995, quando também tinha 13 anos. George, que sempre demonstrou interesse em seguir os passos do pai, agora vive a experiência de estudar no mesmo local.

A historiadora da realeza Amanda Foreman explicou o motivo do casal escolher a instituição para George continuar os estudos.

"Eles até queriam algo novo, mas esta é uma escolha de confiança, já consagrada. Eles não precisam reinventar nenhum protocolo", explicou.

A escola fica próxima à residência da família em Windsor, o que permite que George permaneça relativamente perto dos pais e dos irmãos durante o período de estudos. A Eton foi fundada em 1440 e é conhecida por sua tradição, tendo formado gerações de figuras importantes do Reino Unido.

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