Sem CR7, Portugal dá espectáculo e Jesus faz mesmo milagres

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Começa agora uma edição extra do "E o Campeão É". Eu sou a Maria João Simões, comigo e com o Bruno Vieira Amaral estão o Gabriel Alves e o Pedro Henriques. Bom dia aos dois, bem-vindos.
Bom dia.
Bom dia.
Bom dia. Três jogos, três vitórias. Portugal venceu a Dinamarca por 4 x 2 e segue assim 100% vitorioso na Liga das Nações. Mas a grande sombra da semana paira fora do relvado, a saída de Cristiano Ronaldo do estágio da seleção. Vamos olhar para tudo nos próximos minutos, mas começamos pela análise do jogo em si. Pedro, JJ disse no final que esta foi a exibição mais completa e adulta de Portugal desde que assumiu a seleção. Concordas? Este 4 x 2 na Dinamarca foi o ponto de viragem no futebol da equipa?
Bom dia uma vez mais. Só tivemos ainda três jogos, não é? E é cedo para tirar conclusões. Respondendo diretamente à tua pergunta, sim. Dos três jogos de Portugal, o contra o País de Gales foi o menos bem conseguido, ainda por cima com o fator casa e com a equipe de menor ranking em relação à Noruega e à Dinamarca. Depois, a vitória na Noruega já foi claramente melhor, ainda por cima com uma seleção superior, porque a Noruega também para mim é superior à Dinamarca, em condições normais, atualmente. E ontem juntou-se aquilo que normalmente, até foi Jorge Jesus que há uns anos atrás protagonizou.
Ficamos sem Pedro. Já cá está.
Portugal, além do resultado, conseguiu ontem a chamada nota artística, frase tão típica de Jorge Jesus, porque jogou bem. E nesse aspecto, Portugal foi superior. E acho, e para passar já a bola, que aquilo que tem sido, e iremos abordar a questão do Cristiano Ronaldo, à parte disso agora, a base deste Jorge Jesus tem sido a solidez defensiva neste aspecto. Repara que o guarda-redes e os quatro defesas, Renato, Rúben, Cancelo e o Nuno Mendes, têm se mantido com a nuance que depois à frente, ao contrário do que acontecia com Roberto Martínez, aquele seis puro que entre Palhinha e o Rúben Neves, Portugal não dispensa desse equilíbrio, solidez defensiva. O que é que tem mudado para frente? Para além desta questão da substituição, pelas razões que sabemos, do Cristiano Ronaldo pelo Gonçalo Ramos, acho que há um jogador que se torna preponderante para Jorge Jesus no presente e no futuro, que se chama João Félix. E depois o Bruno Fernandes, que também tem estado tocado, e ontem voltou a estar muito bem, parece que renasceu das cinzas. O Bruno Fernandes precisa de protagonismo, precisa da braçadeira no braço e percebe-se que se calhar está aqui um dos pontos de conflito também dentro e do interior da seleção com o próprio Cristiano Ronaldo. Vitória bem conseguida, Jorge Jesus está de parabéns, ele quer o Dragão lotado, mas eu acho que o Dragão vai ser o primeiro tribunal, entre aspas, daquilo que é a recepção, sobretudo a Jorge Jesus, na perspectiva emocional e psicológica.
Gabriel, Vitinho e Cancelo voltaram a estar em grande e o ataque pareceu mais fluido. A seleção jogou melhor e mais solta, sem a obrigação, entre aspas, de canalizar o jogo para Cristiano Ronaldo ou a Dinamarca é que facilitou?
Olha, eu vou pôr a questão do Cristiano Ronaldo de lado. Até porque, segundo o próprio Jorge Jesus, ele não iria jogar esta partida. E obviamente que quando jogas com determinado tipo de futebolistas, com determinadas características, o treinador obviamente puxa por aquilo que são as virtudes e as necessidades da equipa, e o próprio Jorge Jesus tem-no feito e tem mostrado até em campo. Eu tenho a dizer que foi uma boa exibição de Portugal, eu diria mesmo uma bela exibição de Portugal, um bom jogo. Eu acho que foi bonito ver a cadência ofensiva da equipa, com aquela mensagem de qualidade, o futebol ofensivo, competitivo, mostrando nota de solidez de métodos que estão a ser assimilados pelos jogadores nesta nova era Jorge Jesus, onde a pressão alta está a ser valorizada. É um fator vertente, evidente. Mas defensivamente, falava há pouco o Pedro, na linha de defesa com o seis e o guarda-redes Diogo Costa. Mas não é só a linha de defesa, há todo um conjunto, há todo um equilíbrio que é necessário, e Portugal ontem sentiu que esse equilíbrio tem que ser trabalhado. Há que haver um trabalho de conjuntural, porque se tudo chega lá atrás e depois lá atrás não consegues resolver. Mas atenção, eu acho que satisfação, sim, estamos satisfeitos, foi bonito, foi uma vitória, quatro gols, gol de ataque, uma dimensão diferente tirando partido daquilo que são os nossos futebolistas. Mas não andem a dizer que são os melhores do mundo. Não, não façam isso. Digam que temos grandes jogadores ao nível mundial, mas não os melhores do mundo. Nós olhamos para aí, ui, há tantos jogadores que podem dizer que são os melhores do mundo. Portanto, bom trabalho para fazer a conjuntura dar rendimento, mostrar rendimento. E atenção, eu vou aqui chamar, porque há grandes equipes, até médias equipes, que estão já a estudar a equipa Jorge Jesus, Seleção Portugal. E há grandes treinadores que naturalmente vão, obviamente, criar outro tipo de problemas a Portugal em futuros encontros. E é normal, em alta competição, é no futebol, é no basquete, é no vôlei, em qualquer modalidade, é no hóquei no gelo, onde quiser. Tenho duas notas para dar aqui. Eu acho que Nuno Mendes, para mim, voltou a ser uma figura fundamental nesta equipa, por tudo. Por tudo aquilo que ele desempenha. Ele é, de fato, um jogador fora de série. João Félix voltou, por pouco que jogou, a mostrar porque é neste momento, eu falei tanto dele quando ele era convocado e não jogava, e naturalmente nunca fui muito adepto, nem sou adepto, porque nem sequer mostrava rendimento onde vestia camisolas de clube, mas agora sim, João Félix é um jogador de equipa fabuloso. E quanto a Gonçalo Ramos Que está a ser muito gabado, e bem, nada contra, que volte à Itália e mostre aos italianos, à comunicação, e aos italianos, e aos milaneses, que os 76 milhões que custou não são dinheiro deitado à rua.
Sobre o Gonçalo Ramos, Bruno, ele voltou a ser titular e a marcar. No pós-jogo disse que o grupo respeita Ronaldo, mas que todos trabalham para jogar. Esta exibição em Copenhaga fecha de vez a discussão sobre quem deve ser o ponta de lança titular nesta seleção?
Ronaldo pôs-se de parte. Neste momento, não entra nessa discussão. Não estando lá o Ronaldo, eu acho que não há dúvidas de quem é o jogador que deve assumir a titularidade como ponta de lança, por aquilo que ele pode representar neste esquema de Jorge Jesus, que tem sempre um ponta de lança e um segundo avançado. E vimos o entendimento de Gonçalo Ramos ontem com Bruno Fernandes, como já tínhamos visto também com João Félix. E o Gonçalo Ramos, e o Gabriel estava a falar do rendimento dele no Milan. O Gonçalo Ramos é um jogador que já no Benfica, as melhores exibições, os melhores períodos, foram sempre com outro jogador, mesmo quando ele jogava como segundo avançado e havia um ponta de lança. Agora os treinadores, seja no clube, seja na seleção, têm também que saber retirar o melhor dos seus jogadores, como Jesus está a fazer com João Félix, como Jesus está a fazer com Bruno Fernandes, porque também ontem lhe disse que não estava a gostar, ou que ele precisava de fazer outras coisas naquela posição em que ele o tinha posto, e que o Bruno Fernandes na segunda parte fez isso que ele estava a pedir. Essa é uma questão fundamental. Os jogadores percebem o que o treinador quer deles.
Não estão ali meio perdidos.
Não estão, todos eles disseram isso. O Vitinha disse. É bom termos ideias claras, temos ideias claras por parte do treinador. O treinador percebe os jogadores que tem à sua disposição, percebe que eles conseguem entender as suas ideias.
E potencia as qualidades de cada um.
Claro, e têm muita qualidade para interpretar essa ideia. O Jorge Jesus nunca teve à disposição dele um plantel, um conjunto de jogadores como tem agora. Portanto, ele vê que está numa posição privilegiada para que um plantel, uma equipa execute e interprete as suas ideias. Não quer dizer que não haja problemas, coisas que ainda têm que ser trabalhadas. Mas os gols ontem, que foram gols que Portugal sofreu nas transições defensivas, são gols de um estilo assumido, de um risco assumido pelo treinador e que os jogadores também disseram: sofremos esses gols, porque agora queremos jogar assim, é assim que jogamos e sabemos que ficamos vulneráveis e depois eu acho que só falta ali no centro da defesa, um central mais rápido, que neste momento não temos, que é importante para este estilo e este modelo de jogo que Jorge Jesus está a implementar. Talvez essa seja uma das falhas que, mesmo olhando para as alternativas, neste momento ainda Jesus não pode contar.
Ontem muito se criticou o treinador.
Só para dizer aqui, muito rápido. É alternativa, porque é assim, nem para a defesa, e bem, como disse o Bruno, mas também para o ataque, porque quem é o ponta de lança? Nós não vamos pedir ao Benfica o Pavlídis, ao Sporting o Suárez e ao Porto o Samu. É porque em termos de ponta de lança, neste momento, há a hipótese de João Félix surgir ele, naquilo que é um, mas nós não temos. E eu aqui lembro que diz aí grande jogador da seleção francesa, disse para a Itália: "Vocês investem pouco na categoria de base". Portanto, numa crítica à Itália. Eu acho que Portugal tem que começar a ver nas equipas de base pontas de lança e defesas centrais.
Dizia eu que ontem muito se criticou terem atribuído a camisola sete a Rafael Leão. Ouviu-se nem deixar o Rafael. Exatamente, falta de respeito, mas Pedro, o jogo era ontem, o número sete não podia ficar de lado, tinha de ser entregue a alguém, porque o regulamento da UEFA estipula que os jogadores na ficha de jogo devem ser enumerados de um a 23, 24, 27.
Exatamente. As pessoas que vão para as redes sociais fazer isso, são aquelas pessoas que obviamente não estudam. Não estudam isso, nem estudam outras coisas, portanto, não fazem a mínima ideia.
Mas é importante esclarecer isto, não é?
Sim, é importante esclarecer e chamar de ignorantes as pessoas que vão para as redes sociais. O tempo que perdem a ir às redes sociais fazer essas críticas, se calhar perdiam menos tempo a ir pesquisar porque isso aconteceu e deixavam de fazer essas figuras tristes. E não consigo fazer de outra maneira, porque infelizmente as redes sociais hoje em dia estão inundadas de pessoas que fazem comentários e que percebem zero daquilo que estão a comentar.
Jorge Jesus foi confrontado sobre o Ronaldo, respondeu rapidamente, o grupo respondeu em campo, o assunto está encerrado. A atitude de Jesus pós-jogo protegeu o balneário ou atirou ainda mais lenha para a fogueira com a Federação Portuguesa de Futebol, Pedro?
Eu acho que neste momento o que está a acontecer, quer em relação ao Jorge Jesus, quer em relação à própria Federação Portuguesa de Futebol, no meu ponto de vista já devia ter falado, mas tudo bem, e espero que isso aconteça, é focarem-se e concentrarem-se nestes dois jogos, que era o jogo de ontem, obviamente, e agora o próximo domingo, para não tirarem o tal foco dos próprios jogadores e do próprio grupo de trabalho. Eu isso consigo entender neste momento. Agora, a partir de segunda-feira, não vou conseguir entender mais silêncios, porque é importante, não sei se da parte de Jorge Jesus, mas da parte da Federação Portuguesa de Futebol, explicar uma série de coisas, sobretudo porque uma vez mais não foram pró-ativos, porque deixaram chegar ao ponto que isto chegou. Enfim, explicar o ponto de situação, porque eu acho que acima de tudo, independentemente de se gostar do Cristiano Ronaldo, não se gostar do rendimento esportivo, da própria atitude dele ter saído do estágio, já não tínhamos algo igual desde Ricardo Carvalho, dizer o seguinte: esta saída do Cristiano Ronaldo tem que ser alterada no sentido que isto não pode ser o fim do Cristiano Ronaldo. Não sei se ele vai jogar mais oficialmente pela seleção, provavelmente não, mas tem que haver uma forma diferente, já não estou a falar da Federação. Exatamente. Estamos a falar das pessoas, do povo, dos adeptos, do público, quer para o Cristiano Ronaldo, quer para as próprias pessoas, pelo menos os portugueses, para já não falar do resto do mundo. Tem que haver uma despedida diferente, uma saída diferente. Isto não pode ficar assim, porque seria mau para o Cristiano Ronaldo, da perspectiva de imagem, mas também para a própria Federação E para o próprio Portugal. E os portugueses merecem outra despedida, tão simples quanto isso, porque é preciso não ter memória curta e perceber que daqui a 10, 15 ou 20 anos, toda a gente vai falar na era da seleção antes de Cristiano Ronaldo e depois de Cristiano Ronaldo. Não tenham dúvidas disso que eu estou a dizer.
Cancelo e Vitinha foram dois dos jogadores que disseram que a equipa só estava focada no Real Vaide e que se abstraiu de tudo o resto. Gabriel, a resposta em Copenhaga provou que o grupo está fechado e unido em torno do treinador?
Mostrou, mas também mostrou outras coisas. Mostrou que há lápis azul, 50 anos depois do 25, na Federação Portuguesa de Futebol, porque Renato Veiga pôs a nu a questão. Percebeu-se com o Rafael Leão, já se tinha percebido também com o Nuno Mendes. E depois o Renato Veiga pôs o dedo na ferida, preto no branco. E a verdade é que só espero agora que o Renato Veiga não seja hostilizado, ostracizado, precisamente por ter dito a verdade. Ponto, parágrafo. A verdade é que esta federação é, de facto, eu diria, com tudo isto, esta federação tem medo de como é que vai gerir, porque não sabe. Não é com o Ronaldo jogador. Isso já lá vai. É com a Ronaldo empresa. Esse é que é o grande problema, e o país também, com o Ronaldo figura mundial. Tudo isto tem que ser muito bem trabalhado, porque Ronaldo tem o seu peso. O país tem o seu peso. O Ronaldo não é maior que o país. O país tem uma história muito mais longínqua, mas a verdade é que cada momento tem que ser vivido e trabalhado. É assim nas relações internacionais, é assim nas relações políticas do país. Veja-se, porque há partidos e tem que se entender, e obviamente que Ronaldo tem não sei quantos bilhões à volta dele. E eu acho que neste momento a federação tem receio daquilo que o Ronaldo vai pôr cá fora, que, segundo se pensa, vai ser através do jornalista inglês, a partir da Inglaterra, que terá uma dimensão. E se calhar é isso que se anda a ver, se Ronaldo não põe tudo cá fora. Eu gostaria que pusesse tudo. Ponto. Tudo, para que fique tudo esclarecido. E a federação, por seu lado, ponha tudo cá fora também. Nós precisamos todos de saber de tudo.
Vamos esperar, então. Vamos às notas. Quem é o vosso campeão? Bruno.
O meu campeão é Jorge Jesus. Eu fiquei, de facto, com expressas quando foi escolhido Jorge Jesus. Que finalmente acontecesse aquilo que eu e tantos adeptos desejávamos há muitos anos, que é ver a seleção portuguesa a jogar um futebol de qualidade de acordo com o talento individual dos jogadores. Isso nunca aconteceu, ou raramente aconteceu com o Fernando Santos, raramente ou quase nunca aconteceu com o Roberto Martínez, e não me interessa se Portugal ganhou títulos. Ganharam títulos e tiveram mérito na forma como os conquistaram, mas alguém pode dizer que, olhando para o que foi o período de Fernando Santos e de Roberto Martínez à frente da equipa, que a seleção jogava ou jogou na maior parte das vezes um futebol positivo, um futebol de ataque, um futebol que seja contagiante para os adeptes? Não jogava. E eu acredito que temos jogadores para isso, e começa-se a ver isso acontecer. Não sei se vamos continuar a jogar assim.
E a ganhar todos os jogos.
E a ganhar todos os jogos.
Vamos ver no domingo.
Com nota artística. Mas os primeiros sinais são encorajadores. A minha nota, vou dar um 18 ao Jorge Jesus.
E tu, Pedro Henriques?
Eu ainda estou em fase de negação, porque estás a ver um jardim sem flores ou uma praia sem areia. É a mesma coisa que a seleção sem CR7. Mas pronto, ainda estou um bocadinho em fase de negação, porque há aqui, obviamente, o conceito desportivo, e aí se calhar Portugal vai tirar outros rendimentos sem a presença do Cristiano Ronaldo, mas o Cristiano Ronaldo é uma figura que está muito para além daquilo que é o próprio rendimento desportivo dentro das quatro linhas. E não é por ele não estar lá, é pela maneira como ele deixou de estar. E isso para mim é que é o mais preocupante. Para a situação em si, nota zero. Para a seleção nacional, para aquilo que eu espero que seja o futuro, para aquilo que neste momento é o presente dos bons resultados, até o próprio Cristiano Ronaldo, para aquilo que eu desejo a Jorge Jesus, para Portugal, nota 20, porque acho que temos que ultrapassar isto e perceber que quando estamos unidos, juntos, próximos, seremos sempre melhores do que estas desavenças que muitas vezes acontecem. Espero que o futuro traga uma resolução diferente para que todos fiquemos melhor na fotografia.
E justifique estes 20.
Vinte para Portugal, e seleção, e Cristiano, e Jorge Jesus, para todos, porque são individualmente pessoas maiores e portanto, neste caso, um mais um não pode ser dois, um mais um tem que ser três e espero que a federação encontre essa chave e essa resolução para que isto não passe um episódio lamentável, porque realmente é triste ver a maneira como uma lenda do futebol sai da seleção nacional.
Gabriel Alves, mesmo a terminar, qual é a tua nota, o teu campeão?
Estando completamente de acordo com tudo o que o Bruno Bieira Amaral disse, só lhe recordo que Trapattoni dizia: "Se não podes ganhar, também não podes perder." Isto tem muito a ver, ele percebe. E percebem eles, não são observadores. Depois a minha nota vai de 17 para a seleção, por aquilo que ontem mostrou no Real Vaide, bem, uma bela exibição, e vai um 17 para Ødegaard, grande ídolo do futebol em termos europeus, que fez um gol a Ronaldo. Isto demonstra aquilo que temos vindo a ouvir e a escutar de grandes e jovens jogadores de alto nível acerca de CR7. Portanto, também uma boa nota para o dinamarquês.
Gabriel Alves, Pedro Henriques, muito obrigada aos dois. Um bom dia para vocês. O "Campeão É" regressa à hora habitual depois do Jornal da Uma.
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