Grey Goose espera bater 30% mais drinks vendidos no SP Open
Patrocinadora do SP Open pelo segundo ano consecutivo, a Grey Goose espera encerrar o torneio, que vai até domingo, 20, no Parque Villa-Lobos, com até 30% mais drinks servidos do que na edição de 2025. A principal aposta da vodca francesa, que pertence ao portfólio do Grupo Bacardi, está no Match Point, coquetel criado para os torneios brasileiros e que busca replicar o sucesso do Honey Deuce, drink oficial do US Open.
"O Match Point foi originalmente desenvolvido em 2023 para ser o drink oficial do Rio Open. A ideia era unir a nossa vodca com elementos tipicamente brasileiros e que combinassem com o clima tropical. O sucesso foi tão expressivo que trouxemos o coquetel como o drink oficial também do SP Open, desde a estreia do evento no ano passado", conta Marcos Silva, gerente de marketing da Bacardi Brasil.
A receita do Match Point leva 50 ml de Grey Goose, 10 ml de suco de limão-taiti, 20 ml de xarope de maracujá e 120 ml de água de coco natural, finalizados com esferas de melão.
Em 2025, dos cerca de 5.800 drinks servidos pela Grey Goose durante os nove dias do evento, 73% foram Match Point. Os dados, fornecidos pela Bacardi à EXAME, consideram vendas, brindes e área VIP. Já no Rio Open deste ano, também em nove dias de torneio, foram servidos 12.200 drinks, número 31% a mais do que em 2025.
Estratégia importada
A estratégia de transformar um coquetel em parte da identidade do torneio não começou no Brasil. Há 20 anos, a Grey Goose mantém uma parceria com o US Open, um dos quatro torneios de Grand Slam do tênis e um dos principais eventos da modalidade no mundo, realizado anualmente em Nova York.
Por lá, o Honey Deuce, criado em 2006 pelo bartender Nick Mautone, se tornou o drink assinatura da competição. A receita combina vodca, limonada e licor de framboesa, com três bolinhas de melão como decoração.
Em 2025, o coquetel ultrapassou 740 mil unidades vendidas.
"Nos bastidores da marca, a grande virada estratégica aconteceu ao percebermos que o tênis é um esporte que conecta a competição com lifestyle, luxo e moda, atraindo um público jovem e vibrante."
Com o sucesso nos Estados Unidos, a Grey Goose passou a replicar a estratégia em outros países. A versão para o Australian Open, por exemplo, é o Lemon Ace (vodca, limonada gaseificada, maracujá, hortelã e casca de limão). No Rio de Janeiro e em São Paulo, o Match Point.
Experiências além do beber
Ao longo dos torneios, a bebida ganhou ainda outra função: a de souvenir. O copo personalizado, que muda ao longo das edições, passou a fazer parte da experiência e permite que o público leve para casa um objeto diretamente associado à marca.
Além do copo, o investimento da marca no evento inclui experiências complementares. No Boulevard (área pública), há um estande interativo com quatro blocos giratórios inspirados nos ingredientes do Match Point, onde o público ganha brindes como bucket de Grey Goose, óculos de sol ou vouchers de degustação.
Já no Ace Club (área VIP), a marca opera um bar exclusivo em sistema open bar para convidados e parceiros.
A intenção, de acordo com a Bacardi, é aproximar o conceito global "Vive La Vodka" do consumidor brasileiro por meio da combinação entre esporte, mixologia, hospitalidade e ações de varejo.
"A operação é desenhada como uma plataforma completa de hospitalidade e entretenimento, integrada de forma orgânica à jornada do torcedor, e não apenas um ponto de venda de bebidas", destaca Silva.
Segundo o executivo, a Bacardi não divulga publicamente os valores investidos em patrocínios: "O que posso confirmar é que a plataforma de tênis é o nosso maior investimento para Grey Goose no Brasil", finaliza.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.