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Thursday, September 17, 2026

Grupo é condenado por furtar máquinas agrícolas e causar prejuízo de R$ 2 milhões no interior de SP

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Investigações apontaram que o grupo era dividido em diversas funções e agiam durante a madrugada, gerando um prejuízo estimado em R$ 2 milhões. Sentenças vão de 3 a 13 anos em regime inicial fechado.

  • A Justiça condenou 10 pessoas por integrar grupo criminoso que furtava máquinas agrícolas em Itaberá (SP). A decisão foi divulgada pelo Ministério Público nesta quarta-feira (16).

  • As penas variam de 3 a 13 anos de prisão. O grupo realizou ao menos 11 furtos, causando um prejuízo total estimado em R$ 2 milhões.

  • Os criminosos faziam levantamento prévio de propriedades rurais e invadiam os locais de madrugada. Para fugir, contavam com veículos de apoio e monitoravam a polícia.

  • As máquinas roubadas eram escondidas em áreas de vegetação e enviadas a outros estados. O bando usava telefones de terceiros e dividia tarefas entre os membros.

Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) — Foto: TJSP/Divulgação

A Justiça condenou dez pessoas por envolvimento em uma organização criminosa especializada no furto de máquinas agrícolas de alto valor em Itaberá (SP). A sentença foi proferida em 30 de julho, mas divulgada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) nesta quarta-feira (16).

Segundo o órgão, foram identificados ao menos 11 furtos feitos pelo grupo. A sentença dos integrantes do grupo varia de 3 a 13 anos de prisão, em regime fechado. Além da condenação por organização criminosa, três dos réus também foram sentenciados por furto.

A Justiça também apurou que o grupo também esteve envolvido em ocorrências com veículos e animais, causando um prejuízo de R$ 2 milhões. O caso que deu origem à investigação é relacionado ao furto de uma retroescavadeira avaliada em R$ 220 mil.

Agora no g1

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Ainda conforme o MP, os criminosos faziam o levantamento prévio de propriedades rurais e das máquinas que existiam nos locais. Eles invadiam os espaços durante a madrugada e, para agilizar a fuga, utilizavam veículos de apoio e acompanhavam a movimentação policial da cidade.

A apuração judicial também apontou que, após os crimes, as máquinas eram escondidas em áreas de vegetação e, posteriormente, transportadas para outros estados do país.

Os envolvidos, que usavam telefones registrados em nome de terceiros para se comunicar, exerciam funções diferentes dentro do grupo. Segundo a investigação, havia integrantes responsáveis por planejar os alvos, executar os furtos, transportar os maquinários e monitorar as rodovias.

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