InquirerBARMM’s majority coalition gains support of governors, MisuariESPN DeportesUFC 333: Volkanovski noquea a Evloev, Yan retiene ante DvalishviliESPNPackers activate RB Jacobs for 2026 debut after time on exempt listThe Jerusalem PostEisenkot's security to be placed in charge of private company, in coordination with Shin BetZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioRTP DesportoII Liga: Penafiel `passeia` em Faro e sobe ao pódioRai NewsFrancia: 800mila nelle piazze, mille i fermi, scontri post corteo. Nunez: "E' andata meglio del 17"Би-би-сиОколо тысячи задержанных в ходе столкновений с полицией после очередного дня масштабных протестов по всей ФранцииRFI 中文德国总理默茨将访日 加强日德在防卫与经济安全领域合作Digital SpyThe Exorcist star hits out at new movie: "It's enough already"CBS SportsTexas vs. Ole Miss prediction, odds, time: Week 8 college football picks by proven modelFootball ItaliaGilardino: ‘Parma conceded far too easily, but must keep positive attitude’
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 24, 2026

Mãe de Ana Clara acusa Flávio Bolsonaro de falta de empatia: 'Não tive respostas'

Translate
RESUMO +

Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara Gomes Machado, menina de 5 anos morta durante uma operação policial no Rio de Janeiro, em 2021, acusou Flávio Bolsonaro de falta de empatia após o debate presidencial. O senador confundiu o nome da mãe com o da filha e defendeu a inocência do policial militar acusado pelo crime, alegando que houve troca de tiros. Cristiane contestou a versão e afirmou que a perícia da Polícia Civil descartou o confronto. Ela também criticou a atuação do candidato no processo e disse que o júri, adiado duas vezes em 2026, foi remarcado para 5 de maio de 2027.

Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara Gomes Machado, menina de 5 anos morta durante uma operação policial no Rio de Janeiro, em 2021, acusou o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de falta de empatia durante o debate presidencial realizado na sexta-feira, 23. Após o confronto entre os candidatos, ela afirmou que Flávio não respondeu aos questionamentos sobre sua atuação em defesa do policial militar acusado de matar a criança.

“Não teve resposta. Eu não tive resposta qualquer. Ele não respondeu porque ele defendeu a soltura do assassino da minha filha”, declarou Cristiane.

A mãe também contestou a versão apresentada pelo senador sobre as circunstâncias da morte da menina e afirmou que a perícia da Polícia Civil constatou que não houve troca de tiros no local.

Confusão de nomes e discussão sobre a morte da menina

Durante a discussão sobre segurança pública, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) questionou Flávio sobre sua atuação no caso. Ao se dirigir a Cristiane, o senador confundiu o nome da mãe com o da criança e lamentou a morte de Ana Clara. A mulher reagiu imediatamente: “ela morreu!”.

Ao defender sua posição, Flávio afirmou acreditar na inocência do policial militar e disse que a morte ocorreu durante uma troca de tiros em uma comunidade marcada pela presença do tráfico de drogas. Cristiane, porém, acusou o candidato de reproduzir a versão apresentada pelo agente no dia do episódio.

“Ele inventou um confronto ali como o policial inventou no dia. Ele nem sabe da história”, afirmou a mãe. Segundo ela, o policial subiu atirando e atingiu a menina dentro de casa, próximo à porta. Cristiane acrescentou que, de acordo com a perícia, não havia outras pessoas no local que justificassem a alegação de confronto.

“Um policial subiu atirando. Subiu e alvejou a minha filha dentro de casa, é na porta de casa. Atirando a esmo. Não tinha ninguém, foi comprovado isso na perícia”, disse.

Mãe critica adiamentos do júri e cobra empatia

Cristiane também criticou a atuação de Flávio no processo judicial e afirmou que o senador teria contribuído para impedir a realização do júri. “Ele assinou só para poder o júri não acontecer. Foi isso que ele tentou fazer”, declarou.

Lula também mencionou, durante o debate, o adiamento de um julgamento relacionado ao caso, que estava previsto para 21 de outubro. Segundo Cristiane, o júri foi adiado duas vezes somente em 2026 e está remarcado para 5 de maio de 2027.

Ao final, a mãe de Ana Clara voltou a criticar a postura do candidato e cobrou empatia diante da perda da filha. “Ele não teve nenhum pingo de empatia, porque ele como pai ele tinha que ter empatia. Ele é um monstro, assim como o assassino que matou minha filha”, afirmou.

Perguntas frequentes

Quem era Ana Clara Gomes Machado?

Ana Clara Gomes Machado era uma menina de 5 anos que morreu durante uma operação policial no Rio de Janeiro, em 2021. O caso envolve um policial militar acusado de matá-la com um disparo de fuzil.

O que aconteceu entre Flávio Bolsonaro e a mãe de Ana Clara durante o debate?

Ao se dirigir a Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina, Flávio Bolsonaro confundiu seu nome com o da filha e lamentou a morte da criança. Cristiane reagiu gritando: “Ela morreu!”.

O que Flávio Bolsonaro disse sobre a morte de Ana Clara?

O senador afirmou acreditar na inocência do policial militar acusado pelo crime e declarou que a morte ocorreu durante uma troca de tiros em uma comunidade marcada pela presença do tráfico de drogas.

Por que Cristiane Gomes da Silva criticou Flávio Bolsonaro?

A mãe afirmou que o candidato não respondeu porque defendeu a soltura do policial e contestou a versão de confronto apresentada por ele. Segundo Cristiane, a perícia da Polícia Civil constatou que não houve troca de tiros no local.

Quando será realizado o julgamento do caso Ana Clara?

Segundo Cristiane, o júri foi adiado duas vezes em 2026 e está remarcado para 5 de maio de 2027. Lula mencionou o adiamento durante o debate presidencial.

View the original on Exame →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.