Das entradas de Gabri e Alberto à expulsão de Lenglet

Não é habitual, também não foi a primeira vez que aconteceu. À semelhança do que aconteceu na derradeira temporada, Miguel Nogueira, árbitro de 32 anos da Associação de Futebol de Lisboa, voltou a ser o escolhido para dirigir o primeiro clássico da época no Dragão entre FC Porto e Benfica, neste caso com a liderança em jogo. No entanto, e se em 2025/26 houve apenas dois lances que motivaram mais dúvidas no duelo entre azuis e brancos e encarnados (um lance para possível expulsão de Pavlidis nos minutos iniciais e uma queda de Deniz Gül na área na parte final), agora houve muito mais casos a motivar protestos nos dois bancos.
Logo nos dez minutos iniciais, dois lances abriram as hostilidades. Aos 5′, Gabri Veiga teve um pisão muito duro sobre Alexander Bah e viu o primeiro amarelo do encontro, com o banco do Benfica a pedir vermelho direto para o médio espanhol que se apercebeu de imediato da dureza da entrada ao levantar as mãos para pedir desculpa ao dinamarquês. Pouco depois, Martim Fernandes foi lançado na frente, voltou para trás na área pela falta de pé esquerdo e acabou por cair com um toque de Rafa num lance que Miguel Nogueira mandou seguir sem receber depois indicação do VAR por uma possível falta para penálti (9′).
[Clique nas imagens para ver os casos do FC Porto-Benfica, em vídeo]
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