ESPNMMA pound-for-pound rankings: Natalia Silva steps up, stands out from crowdESPN DeportesMessi y Cristiano Ronaldo, diferentes hasta para irseThe Jerusalem PostYemen displacement surges past 200,000 following fresh Houthi offensive, UN migration body warnsColliderAlfred Hitchcock’s ‘Psycho’ Officially Returns to Alamo Drafthouse Theaters With Eric Nam [Exclusive]South China Morning PostSingapore’s air pollution worst in world as haze shuts Malaysia schoolsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFAnime News NetworkManga Up! Global Adds Magical Girl Recruiter Puicho!, Bitter Knight in My Sweet Café, 3 More MangaThe RegisterWhen one datacenter is no longer enoughDeadlineToby Emmerich Joins FilmNation Entertainment’s Infrared As Consultant
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, October 7, 2026

Presidente da comissão da carteira será jornalista

Translate

A Comissão da Carteira Profissional de Jornalista disse hoje que está a concluir a reestruturação, sendo uma das mudanças a escolha do presidente, que deixará de ter de ser jurista e será um jornalista eleito juntamente com uma lista.

Em comunicado hoje divulgado, a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ) afirmou que tem vindo a fazer um trabalho de reestruturação, que está em vias de ser concluído, para ser mais eficiente, moderna e capaz perante “os desafios atuais do jornalismo e dos problemas que se colocam, por via disso, aos meios de comunicação social”. Segundo a CCPJ, a reestruturação traz “mudanças de vulto”, caso da forma de escolha do presidente.

Atualmente, a legislação obriga a que o presidente seja “um jurista de reconhecido mérito e experiência na área da comunicação social”, cooptado pelos oito elementos da comissão (designados igualitariamente pelos jornalistas profissionais e pelos operadores do setor).

De futuro, o presidente “passará a ser eleito juntamente com uma lista e será um jornalista de reconhecido mérito e não mais um jurista”, diz o comunicado, recordando que esta “é uma reivindicação antiga”.

A CCPJ acrescenta que, com a reestruturação, passará a ser “o ponto focal dos chamados processos SLAPP”.

O termo SLAPP é um acrónimo de ‘Strategic Lawsuits Against Public Participation’ (Processos Estratégicos Contra a Participação Pública, em português) e refere-se ao uso da litigância judicial para impedir ou punir a crítica, o debate livre e a participação pública. Está atualmente em transposição a diretiva europeia contra estas tentativas de condicionamento do debate público.

Ainda segundo a CCPJ, a necessidade desta reestruturação foi reconhecida pelo próprio Governo e que para este trabalho ouviu vários empresários do setor e entidades (Sindicato dos Jornalistas, Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, Clube de Jornalistas, Casa da Imprensa, CENJOR, ERC -Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Confederação Portuguesa dos Meios de Comunicação Social).

A CCPJ é um organismo independente de direito público, incumbido de regular a acreditação profissional dos jornalistas e de assegurar o cumprimento dos seus deveres profissionais, como as regras de incompatibilidades.

Desde fevereiro é presidida por Luísa Meireles, atual diretora de informação da agência Lusa, depois de a escolha do novo presidente se ter arrastado durante aproximadamente um ano. Licenciada em Direito, Luísa Meireles foi advogada durante 10 anos e é jornalista há mais de 35 anos.

Nos dois mandatos anteriores, as presidentes Leonete Botelho e Licínia Girão também eram jornalistas e formadas em direito.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.