Daily MaverickLIV Golf rescue plan falters as BC Partners abandons investment, FT reportsThe Jerusalem PostBoy George wins over Tel Aviv crowd with music, message of solidarityPunchOsun puts Oluwo under watch over inflammatory remarksInquirerLuistro asks: Did defense fail to consult witness before seeking subpoena?Inquirer EntertainmentCup of Joe’s Gian Bernardino admits past feelings for fellow OPM hitmaker MakiAntara NewsJokowi appears in court to testify in fake diploma caseZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioBBC 中文黃之鋒勾結罪國安案判囚10年Seeking AlphaSun Life Financial Inc. CAD250 mil 4.5% Class A Non-Cum ser 5 declares $0.2812 dividendSportstarRanji Trophy LIVE Score, Round 4 Day 4: Hyderabad faces uphill task against Chhattisgarh, Tamil Nadu in control against ChandigarhBBC NewsJoshua Wong, face of Hong Kong's pro-democracy protests, jailed for 10 yearsThe Sydney Morning HeraldHigh Court to hear Hanson challenge to racist hate speech laws
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, November 5, 2026

Polícia investiga se houve falha humana em queda de asa-delta com duas mortes no Rio

Translate

Peritos da Polícia Civil estiveram no Clube São Conrado de Voo Livre para analisar o equipamento, que fazia apenas seu terceiro voo. O clube deve enviar para a 15ª DP (Gávea) até sexta-feira (6) um documento de análise do acidente.

O g1 apurou que há pelo menos um outro caso com características semelhantes, segundo a delegacia. Em fevereiro de 2026, o instrutor de voo livre Rodolfo Pascoal Ladeira, piloto e instrutor, e a turista colombiana naturalizada americana Jenny Colôn Rodríguez morreram quando a asa-delta onde estavam caiu no mar da praia de São Conrado.

Rodolfo chegou sem vida à areia. Jenny foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu.

Um relatório de análise do acidente de fevereiro, feito pelo Clube São Conrado de Voo Livre e obtido pelo g1, atestou que não havia danos prévios ao equipamento e que as condições meteorológicas eram propícias para a atividade de voo livre.

"Não se pôde determinar de maneira conclusiva o que de fato ocasionou o acidente, ficando em aberto a conclusão final desta análise (falha estrutural, imperícia etc)", diz o trecho final do relatório.

Vídeo mostra queda de asa-delta que matou 2 pessoas em São Conrado

Vídeo mostra queda de asa-delta que matou 2 pessoas em São Conrado

Em entrevista ao RJ2 após o acidente que terminou com a morte de Adrian e Luiz Eduardo, o vice-presidente do Clube São Conrado de Voo Livre, José Bruno Batalha Menescal Filho, afirmou que a única explicação para tantos acidentes fatais é o fator humano:

"Eu acho que o ser humano. Simplesmente a atividade e o ser humano. É isso que nós vamos rever. Não tem explicação, com todo rigor que a gente tem: não tem explicação", disse ele.

Em caso de falha humana causando a morte dos passageiros e dos próprios instrutores, o advogado criminalista Breno Melaragno avalia que esse cenário pode resultar em uma extinção de punibilidade.

"Em direito penal, a conduta é sempre individual. O que é extinção da punibilidade? É quando não há mais possibilidade da pessoa ser punida por eventual crime, a primeira causa delas é a morte", explicou o advogado.

"O que se destina a investigação é descobrir se mais alguém teve culpa no acidente, além do instrutor", pontuou.

Em 2026, a média de ocorrências com asa-delta e parapente na cidade do Rio é de um acidente a cada 19 dias. Foram 16 acionamentos do Corpo de Bombeiros para atender vítimas que praticavam voo livre.

Em 2025, foram 20 acionamentos. Em 2024, foram 15 vezes que os bombeiros foram acionados.

LEIA TAMBÉM:

Instrutor responde por homicídio culposo

Novo vídeo mostra asa-delta batendo em parapente de Phil Haegler em São Conrado

Novo vídeo mostra asa-delta batendo em parapente de Phil Haegler em São Conrado

A denúncia do Ministério Público do Rio contra Sergio foi aceita pela 16ª Vara Criminal no dia 16 de outubro. Ele responde em liberdade.

O caso de Phil Haegler foi um dos acidentes que terminaram em morte na região desde o ano passado.

De acordo com o presidente do Clube São Conrado de Voo Live, Bruno Menescal, Sergio não pode atuar como instrutor:

"Afastado por tempo indeterminado, sujeito a avaliação psicológica", respondeu Menescal ao g1.

O relatório final da 15ª DP (Gávea) apontou que Sergio agiu com "negligência" e "desatenção", não observando as regras de segurança do voo desportivo.

O piloto disse que voava com um aluno e se distraiu por instantes ao se aproximar do pouso, causando o acidente. Segundo Sergio Manoel, Phil não cometeu erro algum. O instrutor admitiu à polícia que errou.

O piloto afirmou que, ao se aproximar da área de pouso, olhou para baixo para soltar a perneira do aluno, uma manobra padrão, e perdeu a visão do parapente de Haegler por "cerca de três segundos".

Ao olhar novamente para frente, Sergio Manoel disse que se assustou ao ver o parapente conduzido por Haegler e tentou fazer um movimento brusco, mas não conseguiu evitar a colisão.

Ele afirmou ainda que a barra da asa-delta e seu corpo encostaram no parapente, e que ficou desesperado ao perceber que Haegler não conseguiu recuperar o voo.

O g1 não conseguiu contato com a defesa de Sergio Manoel da Silva.

View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.