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Saturday, October 3, 2026

Jesus abre a porta a reconciliação com CR7. Vai aceitar?

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Abrimos também o espaço para o debate aqui na Rádio Observador. Comigo está o Augusto Inácio e também o Luís Pinto Coelho. Muito obrigado aos dois pela disponibilidade para se juntarem a esta emissão especial da Rádio Observador, para acompanhar a conferência de imprensa, quer de Jorge Jesus, quer de Bruno Fernandes. Augusto Inácio, vou começar por ti. Sê muito bem-vindo. Antes de mais, que notas é que retiras, notas principais a retirar desta conferência de imprensa, que teve logo à partida uma situação peculiar? Por norma, é sempre o jogador a falar primeiro e depois dá o espaço ao selecionador nacional. Nesta conferência de imprensa foi o contrário, foi Jorge Jesus desde logo a responder às perguntas dos jornalistas. Bem-vindo, Augusto.

Boa tarde a todos. Deixa-me dizer que foi uma conferência de imprensa dentro daquilo que eu esperava que fosse esta conferência de imprensa. O menos possível falar do Cristiano Ronaldo e quando se falava era para enaltecer as grandíssimas qualidades daquilo que é o Cristiano Ronaldo enquanto figura do país. Parte a parte viu-se que quiseram tratá-lo bem dessa maneira. Mas depois o que eles queriam falar era realmente sobre o jogo e sobre o ambiente que vão ter no Dragão, em que o Jorge Jesus, à pergunta que lhe foi feita, se esperava o carinho do público, ele disse, e bem, que esperava o carinho para todos, que ele faz parte de uma equipa. Mas naturalmente, com isto que aconteceu durante esta semana com o Cristiano Ronaldo, provavelmente vai ouvir gente que vai aplaudir e vai ouvir gente que vai assobiar, porque está muito fresco na maioria das pessoas, tudo isto que aconteceu, e isso é indissociável daquilo que é o próprio jogo. De resto, sempre tentaram que as coisas levassem a um rumo calmo, sereno, não aquela força toda como foi aquela conferência de imprensa do Jorge Jesus.

E parece, Augusto, que há efetivamente esse clima calmo ou isto são aparências que a federação está a tentar deixar cá para fora?

Não. Eu quando digo calmo, foi o cuidado que se teve de falar com esta calma, para realmente as pessoas não possam apontar ou não possam ir na direção que se calhar as pessoas poderiam levar, que era para o caso do que está a acontecer com o Cristiano Ronaldo. Mas o Jorge Jesus sabe que neste momento ele está protegido, entre aspas, pelos resultados e pela boa exibição que Portugal fez no último jogo na Dinamarca, mas não está protegido pelo carinho que muitos adeptos têm pelo Cristiano Ronaldo, e isso não vai desaparecer com essa facilidade toda, embora os resultados e as notícias possam ser boas. É só perceber aquilo que aconteceu quando foi a chegada no aeroporto do Porto, em que realmente houve gente que estava a apoiar. Mas não há dúvida nenhuma que o Bruno Fernandes esteve também dentro daquilo que é o seu registo e que se expressa bem e que finta também algumas perguntas que não quis entrar naquilo e não poderia ter entrado, como nenhum outro jogador da seleção nacional pode entrar naquilo que é o falar do tema que está atual. Por isso, eu acho que o Jorge Jesus está a tentar com que realmente as coisas tenham uma certa calma, mas não há dúvida nenhuma que falta muito. E quando eu digo falta muito, falta muito para que realmente as coisas fiquem mais calmas, porque aparentemente há esta calma, mas atenção, senti um cuidado, uma forma, um tom de voz em que parece que se quer apaziguar isto de uma forma que possa haver oportunidade de haver um possível ou não encontro com aquilo que já se tem dito nos média, que é a tal reunião, pode acontecer ou não. Vamos ver se isso é possível.

E já falaremos um pouco mais à frente sobre esse tema e não só. Para já, Luís Pinto Coelho, seja bem-vindo também. Que notas é que retiras desta conferência de imprensa do Jorge Jesus? Notas principais, antes de irmos falar um pouco mais ao detalhe sobre o que disse o selecionador nacional.

Olá, boa tarde. É muito na linha do que o Augusto referiu. Acho que houve muito cuidado nas palavras, acho que tentaram conversar com o Jorge Jesus para ele ter calma, não se deixar ir numa ou outra pergunta e ter a tendência para responder e às vezes sair uma ou outra palavra ao lado e poder melindrar o Cristiano Ronaldo. Acho que foi inteligente pela federação essa parte. Também me parece que foi inteligente colocar o Bruno Fernandes, que é alguém que se exprime bem.

Já na outra conferência, Luís, tinha sido Rúben Dias, dois dos jogadores mais experientes e também com mais capacidade, digamos assim, de falar perante a comunicação social. Não há aqui escolhas inocentes.

Sim, claro. Mas eu até prefiro o Bruno Fernandes. Eu acho que o Rúben Dias fala sempre de uma forma muito redonda, refugia-se sempre em lugares comuns. Eu acho que o Bruno Fernandes não foge às questões, mas é inteligente e concreto nas afirmações que faz. Mas acho que hoje o Jorge Jesus, como o Augusto referia, até no tom de voz, muito mais sereno, muito mais calmo, um bocadinho mais apaziguador. Eu acho que agora é jogar. O foco, obviamente, o mais importante é o jogo de amanhã e depois dos holofotes desligarem e os jogadores voltarem aos seus clubes, aí sim, nos bastidores tentar algo, conversarem, sentarem-se. O Jorge Jesus também pode ir à Arábia Saudita ter uma reunião, sentarem-se os dois, conversar, até com o Pedro Proença também, e tentarem encontrar uma solução. Eu gostei da conferência de imprensa, acho que foi benéfica para apaziguar um bocadinho. Mas antes disso, deixa-me já dizer isto, que há certos grupos de comunicação social e que são controlados, em parte Pelo Cristiano Ronaldo, o grupo Media Livre, que Ronaldo tem 30%. Ainda ouvi há pouco um senhor jornalista que estava lá logo a dizer que se Ronaldo falar, não vai ficar pedra sobre pedra. Isto é que está mal, porque se de um lado se tenta apaziguar, mas do outro já se está a ameaçar que se ele falar não fica pedra sobre pedra, isto e aquilo outro, acho que aí é que é um problema. Acho que também tem que partir de um lado, deste caso, de Ronaldo, também mostrar aqui uma bandeira branca. Não pode ser só o lado da federação de Jorge Jesus a mostrar a bandeira branca.

Sentes que é isso que está a acontecer, Luís Pinto Coelho, que já vimos Jorge Jesus, de certa forma, colocar alguma água na fervura, Bruno Fernandes a colocar alguma água na fervura. Está a ser apenas um lado a querer esticar a mão para chegar a um acordo de paz?

Eu não sei. Obviamente que eu não sei isso. Se o Ronaldo, quem faz a comunicação até do lado do Ronaldo é alguém que trabalha nesse grupo, não faço ideia. Agora, há jornalistas, parece que querem isso, se calhar vivem disso, deste confronto e destas coisas, porque não tem muita lógica logo vir com esse tom de ameaça, quando, se calhar, o que é preciso é pôr gelo nas coisas para que se resolva. Pareceu-me claramente, falando agora da conferência de imprensa, uma tentativa de apaziguar, ter cuidado com as palavras e até dar alguns bombons. E diria assim ao Cristiano Ronaldo, da forma como Bruno Fernandes falou também, dizer que obviamente ele faz parte do grupo, que ninguém vai apagar a história dele, tudo isso eu acho que é interessante e é massajar um bocadinho também o ego do Cristiano Ronaldo e não se perde nada com isso, só se ganha. Não se perde com isso, porque o ideal era chegarem aqui a um consenso e, se possível, fazer uma festa bonita, despedida do Cristiano Ronaldo. Acho que era o mais interessante para todas as partes.

Augusto Inácio, pegando nesta ideia, a seleção portuguesa e a Federação Portuguesa de Futebol tem o que a ganhar com este afagar de ego de Cristiano Ronaldo?

Olha, eu vou dividir a minha resposta em duas partes. Há a parte Cristiano Ronaldo, jogador da seleção, instituição Federação Portuguesa de Futebol, treinador da seleção nacional, uma parte. A outra parte é o lado pessoal, o lado afetivo, o lado amigo entre o Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus. São duas coisas que podem estar interligadas, é verdade, mas qual delas é que magoa mais? A do lado institucional ou do lado pessoal? E isto é uma dúvida que eu tenho, porque Jorge Jesus e Cristiano Ronaldo trabalharam juntos por pelo menos um ano no Al-Nassr, na Arábia Saudita. Ambos experienciaram momentos de grande alegria pelo festejo do título do Al-Nassr.

Jorge Jesus, disso mesmo, chegou a tocar bombo com o Cristiano Ronaldo.

Tocar bombo. Antes também de, eu diria, comungarem provavelmente de dias e dias de jogos, viagens. Acho que criaram ali uma relação que vai muito além daquilo que é o normal, o tratamento do treinador para o jogador, embora isso seja uma coisa que são profissionais e cada um tem o seu papel. E este lado, eu acho que é isto que mais magoa o Cristiano Ronaldo, é porque o Cristiano Ronaldo, embora não tenha essa primazia, porque foi ele que fez tudo para que o Jorge Jesus fosse para o Al-Nassr, foi ele, acho, e se estiver a mentir, peço desculpa, que deu um grande aval também para que o Jorge Jesus fosse para a seleção nacional e com os momentos que ele passou no Al-Nassr, na Arábia Saudita, eu acho que ele não esperava realmente aquela reação naquela conferência de imprensa que o Jorge Jesus deu. Eu acho que ele foi apanhado completamente desprevenido, pela simples razão de ter havido reuniões antes, em que parecia que estava tudo mais ou menos sanado e que depois daquela conferência de imprensa é quando, como se costuma dizer, saltou a tampa e agarrou nas malas e foi embora, chamou o seu avião e foi embora. Eu não sei, não tenho a certeza que isto passe assim de um momento para o outro. Não vou muito por aí. Do lado institucional, eu acho que essa reunião é capaz de não haver. Do lado pessoal, essa muito menos. Por isso, vejo-a quase que sem retorno. Tudo isso que querem apaziguar, abafar o ego, massagear o ego, tudo isso, para o Cristiano Ronaldo, agora sim, isso é peanuts. Para ele, isso já não lhe interessa nada que digam bem dele daquela maneira ou de outra maneira. O que eu acho é que se realmente, e o Luís falou da bandeira branca, eu acho que a bandeira branca tem que partir acima de tudo, não é do presidente da federação, não é se calhar do primeiro-ministro, não é se calhar dos nossos governantes, é dos dois, a relação dos dois. Jorge Jesus parece que está aberto a falar com o Cristiano Ronaldo. E só podia estar, porque ele sabe perfeitamente bem que aquela conferência de imprensa é que explotou também um bocadinho isso, até porque depois logo a seguir, no relvado.

Augusto, parece-te que Jorge Jesus possa estar arrependido de alguma coisa que tenha dito?

Embora ele diga que não, eu acho que sim, porque ele começa a perceber, porque quando foi à conferência de imprensa e logo de seguida, no estádio, no relvado, deu uma entrevista para o Canal 11 E o tom com que ele falou para o canal 11 foi completamente diferente daquele tom que tinha feito ou tinha dito na conferência de imprensa.

Ele empolgou-se naquela conferência de imprensa.

Sim, mas eu me coloco no lugar do jogador também. Tu e eu não sabemos o que ele disse antes na reunião que eles tiveram. Automaticamente, se há alguma coisa que está combinada e que chegas àquela conferência de imprensa e naquele tom, ainda por cima, e vai com aquela, desculpem a expressão, "arrogância", o jogador sentiu-se de maneira. Porque eu não estou a ver, sinceramente, por muito êxito que se tenha, por muitas vaidades que se tenha, um jogador que vai a caminho do estádio para treinar e quando chega ao estádio, depois de saber a conferência de imprensa, chama o avião e vai embora. Se não houvesse razões para o próprio, muito fortes para ter aquela atitude. Ele não é maluco. Sentiu-se ofendido com alguma coisa e nós estamos aqui às vezes a dar a opinião, umas vezes opiniões avulsas, diria eu, porque só sabemos um lado da história. Só sabemos o lado do Jorge Jesus. Nós não sabemos o lado do Cristiano Ronaldo ou de quem esteve presente nessa reunião. Não sabemos. Por isso é que eu gostava de saber a opinião do Cristiano Ronaldo para ter uma opinião mais avalizada. Estamos só a partir para um lado daquilo que se disse e daquilo que se vai dizendo. E também há uma coisa aqui que eu não entendo e não compreendo. Na reunião, parece que estiveram os dois. O que está a fazer um dirigente ou um funcionário do Al-Nassr naquela reunião, segundo o que a imprensa falou? O que tem a ver alguém do Al-Nassr na reunião com o Jorge Jesus e com o Cristiano Ronaldo? O que está a fazer alguém do Al-Nassr? Alguém me consegue explicar, para que eu perceba? Eu não entendi, nem percebi. Sinceramente, acho que foi um assunto que fugiu ao lado, passou ao lado, ninguém quis falar no assunto, mas nos assuntos da Seleção Nacional, da Federação Portuguesa de Futebol, está alguém do Al-Nassr presente, expliquem-me a mim por que isso aconteceu.

Luís Pinto Coelho, eu não consigo explicar-te, Augusto, acredito que o Luís Pinto Coelho também não. E a minha pergunta para o Luís Pinto Coelho é, insistindo nesta questão do arrependimento, parece-te que Jorge Jesus, se pudesse voltar atrás no tempo, teria uma posição e uma postura e diria algo diferente na conferência de imprensa?

Acho que sim, acho que diria de forma diferente. Acho que ele foi muito acutilante. Porque também ele se contradiz um pouco, porque fala que obviamente o Ronaldo tem um estatuto diferente e eu percebo isso e acho que isso dentro do balneário até é aceito normalmente. Um jogador que ganhou cinco Bolas de Ouro é obviamente um jogador que tem um certo estatuto. Mas depois embalou e começa a dizer que não há nenhum jogador, nem Ronaldo, nem nenhum, nem presidente.

Nem Pelé, nem Maradona.

Nem que me vergue, eu é que sei. Pronto, é aquelas coisas um bocadinho à Jorge Jesus, que se não lhe metem travão, depois é complicado. Como eu acho que isso até, ao longo da carreira dele, foi prejudicial e não o deixou chegar a outros patamares. Um bocadinho essa arrogância de Jorge Jesus, sempre. Eu dou aqui dois exemplos. Ele recentemente começou quase a dar lições táticas ao Luís Henrique, onde é que havia de jogar o Vitinha. Para que isso? Não faz sentido nenhum. Está a falar de um treinador que ganhou duas Champions seguidas ainda agora. E depois também aquela bicada para a equipe técnica anterior, que não trabalhavam bolas paradas, quando isso até é mentira. E quando até tínhamos um treinador inglês especializado. Sim?

Havia um treinador específico para as bolas paradas.

Sim, inglês e muito conceituado e fez das coisas que até foi bastante elogiado na seleção, fez bolas paradas. Há outras coisas a criticar. Para que isso? E só que depois, se calhar o dia de amanhã pode provar que estava errado e depois, mais uma vez, como quando ele teve aquela questão com o Rui Vitória, que tornava o Rui Vitória, se quisesse, muito pequenino e depois perde o campeonato para o Rui Vitória. Para quê? Põe-se a jeito para essas coisas sem necessidade. Obviamente que tudo isto não é justificação para o Ronaldo ter tido aquela postura. O Ronaldo poderia ter treinado, tinha uma reunião com o Jorge Jesus e dizia: "Olha, eu não gostei disto, acho que me faltaste à verdade". Ficava no estágio, terminava este estágio e depois se quisesse falar, marcava uma conferência de imprensa e falava. Acho que também foi deselegante para com os colegas. Acho que também não mereciam isso. Eu estou um bocadinho como o Augusto, acho que isto vai ser difícil de resolver, obviamente, conhecendo as duas personagens e olhando para as personalidades deles, quer Ronaldo, quer Jorge Jesus. Hoje pareceu-me mais controlado. Jorge Jesus, obviamente, que também não estava à espera daquilo, ter despoletado uma reação do Ronaldo a este nível, mas eu acho que aqui a federação também tem que tentar mediar um bocadinho isto, porque eu acho que era interessante para Ronaldo sair, fazer-se uma despedida, algo bonito. Se me dizem que vai ser para voltar a estar no grupo, a ser um jogador como os outros, mas com algum estatuto, eu não sei se isso vai ser muito favorável e também não sei como é que o resto dos jogadores vão olhar para isto. Parece-me um bocado difícil depois também de gerir no grupo e se Portugal continuar a ganhar, não sei até que ponto isso pode ser prejudicial para o grupo, porque também não estou a ver o Ronaldo aceitar ser suplente e depois se é suplente não pode aquecer, ou tem que entrar logo, ou então tem que ser gerida e é para a bancada. E ainda hoje de manhã no campeão eu referi isso. O Jorge Jesus nunca colocou o Ronaldo no banco do Al-Nassr. Quando ele sabia que não era para jogar, mandava-o para a bancada Já por causa destas questões. Só que uma coisa é gerir um plantel do Al-Nassr e na Liga Saudita, outra coisa é gerir um plantel da seleção portuguesa e com ambições a conquistar troféus. É muito mais difícil.

Luís Pinto Coelho, Augusto Inácio, tenho um minuto até encerrarmos esta emissão especial para fazer uma pergunta, é quase de resposta rápida, sim ou não, com justificação, como era nos exames. Já ouvimos Jorge Jesus mais do que uma vez, ouvimos também já dois elementos do grupo da seleção portuguesa. Cristiano Ronaldo prometeu explicações, para já ainda não disse nem revelou quando é que essas explicações virão. Fica a faltar ouvirmos Pedro Proença. Quando terminar este ciclo de jogos, ou seja, amanhã depois do jogo com a Noruega, seja qual for o resultado, podemos, vou começar por ti, Luís Pinto Coelho, em 30 segundos, no teu entender, contar com Pedro Proença ou parece-te que não?

Eu acho que devia falar, mas se calhar não vai falar já. Se calhar vai tentar esperar mais um tempo, reunir com um ou com outro, ou com os dois ao mesmo tempo e montar aqui uma estratégia. Mas eu acho que devia, mas se calhar não vai falar já.

Augusto Inácio?

Eu acho que o Pedro Proença vai fazer ou tentar fazer a ponte para que realmente os dois se possam encontrar e se possam sentar, não para jantar, como disse o João Pinto hoje à hora do almoço, mas para se sentarem, para poderem falar e para poderem discutir e dar os seus pontos de vista. Acho que este é o papel que o presidente vai tentar fazer. Agora, se vai conseguir, não sei.

Augusto Inácio, Luís Pinto Coelho, muito obrigado pela vossa participação nesta emissão especial. Estivemos a escutar a conferência de imprensa de Jorge Jesus e também de Bruno Fernandes. Portugal joga amanhã frente à Noruega, quarta jornada da fase de grupos da Liga das Nações. Portugal pode já carimbar o apuramento e, quem sabe, também o primeiro lugar neste grupo. O jogo está marcado para amanhã, no Estádio do Dragão, quando faltar um quarto de hora para as 20h.

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