Peste na Sibéria: EUA recomendam que cidadãos deixem a Rússia imediatamente

Alerta pede para que pessoas que estiveram próximas à área afetada monitore a saúde por 14 dias. Além disso, a Embaixada trouxe referências de informações confiáveis e recomendou que a mídia local seja monitorada e as orientações das autoridades locais sejam seguidas.
Recomendação dos EUA vem após morte de uma pesquisadora de um instituto especializado em peste pneumônica, na Sibéria. A causa da morte dela não foi confirmada, mas o caso acendeu um alerta porque a doença é altamente contagiosa e pode ser fatal.
Mais cedo, o Secretário de Estado dos EUA cobrou transparência da Rússia. "Acho que cabe à Rússia, obviamente, compartilhar mais informações com o mundo", disse Rubio a repórteres, na Islândia, e complementou afirmando que o país americano está monitorando a situação de perto.
O presidente Donald Trump afirmou que conversará com o russo Vladimir Putin sobre o assunto. Os dois mandatários têm uma ligação telefônica programada.
Até o momento, a Rússia afirma que a situação é estável e que não foram impostas barreiras sanitárias. O veículo local People of Baikal informa que até 200 pessoas com quem a pesquisadora pode ter tido contato estão em quarentena.
O governador da região afetada afirma que "a causa da morte foi uma pneumonia de etiologia indeterminada". Ele também diz que nenhum funcionário do instituto de combate à peste procurou atendimento médico desde o falecimento da jovem
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