PunchSoldiers rescue 41 Senegal-to-Kano travellers in ZamfaraThe Jerusalem PostNew Octagon Project promotes civic engagement in response to ‘erosion of truth’ following October 7CNN TürkÖzgür Özel cumhurbaşkanı adayı mı? 'Forvetlerim' dediği İmamoğlu ve Yavaş artık yok!RTP DesportoPortugal vitorioso com Jesus tenta ficar perto do apuramento em CopenhagaInquirerSandiganbayan keeps Bonoan as accused in remaining graft caseUOLPrecisamos fazer a verdade importar novamenteThe South AfricanWhat R10 000 can buy for a family in South Africa vs Botswana20 MinutenFelssturz im Schächental: «Plötzlich wurde es komplett dunkel»The Sydney Morning HeraldCats open to a move for Nick Blakey, but club’s board would have to ratify a tradeStraits Times SportPalestinian karateka aims for world glory from West Bank after Asian Games exitVarietyDurban FilmMart Head on Why This Year’s Event Is ‘Looking Inward’ as African Screen Industries Strive to ‘Create Solutions’ on Their Own TermsHet Laatste NieuwsOpnieuw laat kind van Brad Pitt achternaam vallen: dochter Zahara (21) heet nu officieel Jolie
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, September 29, 2026

Trump revoga normas que protegem alunos LGBTI

Translate

O Governo dos Estados Unidos revogou formalmente as normas da Administração de Joe Biden que alargavam as proteções contra a discriminação sexual para incluir a orientação sexual e a identidade de género nas escolas dos Estados Unidos.

A secretária da Educação, Linda McMahon, afirmou na segunda-feira, em comunicado, que a medida retira do registo federal a regulamentação de 2024 e restabelece as normas aprovadas durante o primeiro mandato do Presidente norte-americano, Donald Trump, que o Governo tem vindo a aplicar desde janeiro de 2025.

A norma de Biden, aprovada em 2024, interpretou pela primeira vez de forma explícita que a proibição da discriminação em razão do sexo prevista na legislação Título IX também abrangia a orientação sexual e a identidade de género.

A regulamentação protegia os estudantes e funcionários de estabelecimentos de ensino financiados com fundos federais contra esse tipo de discriminação.

O Título IX, uma lei federal aprovada em 1972, proíbe a discriminação com base no sexo em programas educativos que recebem financiamento federal.

[Annie está de volta a Havana. Apesar das relações privilegiadas com altas figuras do regime, quer viver como os cubanos, divertir-se como os cubanos e… sofrer como os cubanos. Mas continua a ser filha do diretor da PIDE. E Fernando Silva Pais e Armanda Palhota não estão dispostos a deixá-la passar tão facilmente para o lado do inimigo. Já pode ouvir o terceiro episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]

A regulamentação de 2024 também alargou a definição de assédio com base no sexo para incluir, entre outros comportamentos, o assédio devido à orientação sexual ou identidade de género, além de agressões sexuais, violência entre parceiros, violência doméstica e assédio.

Com a decisão anunciada esta segunda-feira, o Departamento de Educação regressa formalmente às normas de 2020, que estabeleciam uma definição mais restrita de assédio sexual e reforçavam as garantias processuais dos estudantes acusados.

De acordo com a imprensa local, a alteração tem um impacto limitado, uma vez que o Governo de Trump deixou de aplicar as normas de Biden em janeiro de 2025, depois de vários tribunais as terem bloqueado e posteriormente anulado.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.