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Sunday, September 13, 2026

9h. Benfica e Sporting jogam hoje

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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

São 9 horas. Jornal das Nove com Rui Casanova. A PSP alerta que está a aumentar o fenômeno de imigrantes ilegais que entram em Lisboa e no Porto, transportes públicos, vindos de outras cidades europeias, mas rejeita a ideia de que existe uma caça ao imigrante no nosso país.

O diretor nacional adjunto da PSP, responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteira, explica que estes imigrantes entram em Portugal de autocarro ou comboio, ressalva que muitas vezes o objetivo nem é ficarem no nosso país, mas sim transitar entre o espaço Schengen e que para isso recorrem às áreas metropolitanas das maiores cidades, que acabam por ser alvo de maior pressão na sequência deste fenômeno. Na entrevista à Agência Lusa, João Ribeiro, responsável pela UNEF, garante que as autoridades nacionais estão atentas a este fenômeno que, alerta, está a aumentar.

Nós temos muitos cidadãos que chegam por via aérea, conseguimos interceptar muitas situações. Temos aqui alguns fatores de risco e que temos identificados, especialmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, naquilo que são fluxos rodoviários e ferroviários de cidadãos a chegar a território nacional, porque estão em situação irregular noutros países e que procuram movimentar-se dentro do espaço Schengen.

A PSP rejeita também a ideia de caça ou perseguição aos imigrantes em situação irregular em Portugal, uma reação às críticas feitas por parte de associações de defesa destes cidadãos, que acusam a Unidade de Estrangeiros e Fronteiras de perseguir de forma indiscriminada imigrantes e de se inspirar na atuação das autoridades dos Estados Unidos.

A nossa abordagem não é propriamente aquilo que foi reportado ser uma caça, uma batida de caça, não é essa a perspectiva. A abordagem que nós fazemos, genericamente, conseguimos ter uma visão relativamente ao território nacional, onde é que são os fatores de risco, e é essa abordagem que tentamos ter e seguir em cada um dos passos.

João Ribeiro, o diretor nacional adjunto da PSP, responsável pela UNEF, a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, o superintendente-chefe que espera no próximo ano ter maior capacidade para instalar os imigrantes em processo de expulsão. A pressão sobre os aeroportos nacionais também foi tema nesta entrevista à Agência Lusa. Adianta que a recolha de dados biométricos, que há uma semana é feita a todos os passageiros fora do espaço Schengen, está a decorrer sem constrangimentos, à exceção do aeroporto de Faro, onde tem existido alguma pressão.

Na política, Rui Tavares, do LIVRE, admite processar o Chega por ter insinuado que o partido pode ser o responsável pelo assalto ao gabinete de André Ventura no Parlamento.

Um aviso feito no âmbito da reentrée política do LIVRE, que decorre este fim de semana no Porto. Rui Tavares considera que André Ventura está nervoso porque, diz, a narrativa do assalto ao gabinete está mal contada. O dirigente do LIVRE sublinha que o Chega não tem o direito de arrastar nem o LIVRE, nem o PSD, também visado nas acusações de Ventura para esta política de lama. Rui Tavares considera que estas insinuações do Chega ultrapassaram todos os limites e por isso admite mesmo levar o caso a tribunal.

Da nossa parte, nós deixamos muito claro. Esta é uma mensagem de que cesse e desista de o fazer, porque senão nós, evidentemente, iremos para os tribunais onde tiver que ser e nos poderemos constituir assistentes do processo que há de haver por causa da história do próprio gabinete. Somos gente séria, gente honesta, que não aceita ser arrastada para a lama, que jamais faria uma coisa dessa no gabinete de outros, mas também uma coisa é clara: nunca nos passaria pela cabeça, seria inconcebível fazermos no nosso próprio gabinete. E muita gente em Portugal acha que do Chega não se pode dizer o mesmo.

Declarações de Rui Tavares ontem à noite, no âmbito da reentrée política do LIVRE. A porta-voz e líder parlamentar do partido, Isabel Mendes Lopes, encerra hoje os trabalhos nesta reentrée do LIVRE que está a decorrer este fim de semana no Porto.

E falamos agora dos riscos da inteligência artificial para a humanidade. O CEO da OpenAI e o dono da Tesla e SpaceX juntam-se aos avisos de que é preciso pôr um travão no ritmo do desenvolvimento desta tecnologia.

São os avisos mais recentes. A discussão começou depois de um investigador da empresa Anthropic se ter demitido, com alertas sobre os riscos da tecnologia de IA para o futuro da humanidade. O CEO da Anthropic também afirma agora que o ritmo de desenvolvimento desta tecnologia tem de abrandar. O CEO da OpenAI, Sam Altman, e o dono da Tesla e SpaceX, o empresário Elon Musk, juntam-se a estes apelos. Também nas últimas horas, o dono da Anthropic, Dario Amodei, propôs um plano de várias etapas para que a prevenção de riscos da inteligência artificial tenha tempo de acompanhar a evolução da tecnologia em si. O jornalista do Observador, João Paulo Gudinho, explica que este plano assenta em três pilares para o futuro.

Cada empresa pioneira do setor, neste caso a Anthropic, a OpenAI, a empresa também da xAI do Elon Musk, entre outras, devem comprometer-se a conceder um acesso a avaliadores externos, ou seja, trazer pessoas de fora das empresas para estarem a trabalhar dentro da empresa. No fundo, como se fosse nos bancos, em que se trazem pessoas dos reguladores e dos supervisores para monitorizarem este desenvolvimento. Depois, muito sinteticamente, o segundo passo diz respeito a uma coordenação do setor, em que pede a que todas as empresas definam normas de segurança comuns e ritmos e limites para o progresso. Por último, o CEO da Anthropic pede é que seja uma cooperação a nível global, ou seja, não só das empresas, mas dos governos dos países.

O plano do dono da Anthropic para uma maior regulamentação da inteligência artificial, aqui resumido pelo jornalista do Observador, João Paulo Godinho. Intensifica-se este debate em torno da necessidade de travar o desenvolvimento da inteligência artificial.

E pode ler mais sobre este tema em observador.pt. Destaque agora para o conflito no Médio Oriente. O Irão acusa os Estados Unidos de serem um inimigo terrorista.

É a expressão utilizada por Teerão em reação a um ataque a um navio comercial iraniano no estreito de Ormuz esta madrugada. Pelo menos uma pessoa morreu, três ficaram feridas. O Irão fala em terrorismo por parte dos Estados Unidos, mas do lado de Washington ainda não há reação oficial. Isto numa altura em que, também no Médio Oriente, intensificam-se os ataques entre os houthis e o Iémen. Os houthis, grupo rebelde apoiado pelo Irão, continuam a expandir a ofensiva no Mar Vermelho.

E vamos ao desporto. O Benfica e o Sporting entram hoje em campo e tentam diminuir a distância para o líder Futebol Clube do Porto, que ontem venceu o Casa Pia por 4 x 1. As Águias entram em campo primeiro, recebem o Gil Vicente e Marcos Silva volta a deixar muitos elogios a Prestianni.

Sim, o jogador argentino tem estado em destaque neste arranque de época do Benfica, por isso volta a merecer elogios do treinador encarnado.

Para aquilo que queríamos para a estratégia que tínhamos para o jogo, teve um impacto muito grande. Tem tido sempre, mas esteve novamente numa zona mais central, com algumas permutas com o Andrés. Por exemplo, no gol do Andrés, é ele que está por fora e o Andrés está por dentro. Portanto, é a dinâmica que queremos na equipe e fiquei muito satisfeito. Já tinha dito que o impacto que ambos tiveram no jogo na Madeira foi bom, em 30 minutos, ou muito bom, e depois são os sinais. Eu estou aqui para tomar decisões naquilo que é o melhor para a equipe sempre, e são as respostas que os jogadores dão, quer em treino, quer em jogo, e a resposta foi muito boa.

Marcos Silva aqui a elogiar a sociedade Prestianni e Scheldrup, no âmbito do último jogo do Benfica para o campeonato, no terreno do Moreirense. O técnico do Benfica confirma também novamente a ausência do lateral Bá, ainda não está disponível para o jogo de mais logo no Estádio da Luz, com o Gil Vicente marcado para às 18h, a contar para a sexta jornada do campeonato.

E depois deste jogo na Luz, entre Benfica e Gil Vicente, o Sporting defronta o Famalicão. O técnico leonino reforça a ideia de que o foco da equipe leonina está no campeonato.

É hora de mudar o chip, depois de o Sporting ter vencido durante a semana o Galatasaray em jogo a contar para a Liga dos Campeões. Rui Borges lembra que por vezes esta transição é difícil e por isso deixa um aviso à equipe.

Felizes por aquilo que temos feito até aqui, pelo crescimento que temos tido, mas agora começa a vir aquela fase que é Liga dos Campeões e o campeonato, e aquela mudança de chip às vezes não é a melhor. E isso é que nós temos que ser, enquanto líderes, enquanto treinadores também, conseguir manter a equipe ligada com o mesmo foco, com o mesmo rigor, com o mesmo mindset, porque o nosso grande objetivo é o campeonato e temos que entrar com a mesma atitude competitiva que entramos na quarta-feira para a Liga dos Campeões. Temos que ter neste jogo, porque vamos defrontar uma belíssima equipe.

Rui Borges na antevisão do Famalicão-Sporting, jogo marcado para às 20h30. Depois de ontem, como dissemos, o Futebol Clube do Porto, líder do campeonato, ter vencido nesta sexta jornada em Rio Maior, o Casa Pia, por 4 x 1.

Benfica-Gil Vicente e Famalicão-Sporting vão contar com relato e análise em direto aqui na Rádio Observador, emissão especial que começa pouco depois das 17h30. Rui Casanova, estás de regresso às 21h30. Até já.

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