Inquirer5 fishermen nabbed for alleged blast fishing in Occidental MindoroThe Jerusalem PostMassive overnight Russian attack leaves over half a million Ukrainians without power, Zelensky saysPunchEPL: Raya proud of Arsenal’s ‘incredible’ reaction after third straight winDaily MaverickBrazil’s Bolsonaro, Lula spar in first debate as personal attacks flyBusiness AMPoetin versterkt de luchtverdediging van zijn luxueuze landgoed in Valdai tegen dronesZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioThe South AfricanKaizer Chiefs rumours: Maboe, Leaner bust-up, Da Cruz’s failed experimentIl Fatto QuotidianoPerché le proteste dei giovani hanno ragione di esistereVarietyLucca Comics Chief Emanuele Vietina on Celebrating the Crossover Between Movies and Video Games: ‘It’s All Part of a Specific Vision’RTL Boulevard'Verwoestende' represailles voor EU als het Starlink beperktNHK 社会神奈川 藤沢 乗用車がバスなど次々に衝突1人死亡13人けがScreen RantCall Of Duty: Modern Warfare 4 Players Need To Change This Setting For A Key Advantage
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, October 19, 2026

Zelensky sugere que Trump tenta forçar capitulação de Kiev

Translate

O Presidente da Ucrânia afirmou no domingo que “parece que” o seu homólogo norte-americano tenta forçar uma capitulação da Ucrânia perante a Rússia com medidas como o acordo para comprar gasóleo russo ou restrições à ajuda militar a Kiev.

“Penso que foram dados passos no sentido de convencer a Ucrânia a capitular. Não estou a dizer que este seja o objetivo dos nossos aliados. Não quero pensar que os nossos aliados norte-americanos possam querer pôr fim ao conflito mais cedo à custa da Ucrânia. Mas é isso que parece”, disse Volodymyr Zelensky, numa entrevista à agência de notícias Bloomberg publicada no domingo.

O Presidente ucraniano tem criticado, nos últimos dias, as limitações que o sistema de comunicação por satélite norte-americano Starlink parece ter para a sua utilização para fins militares em território russo, bem como o abrandamento dos envios de mísseis de interceção Patriot.

Na mesma entrevista, Zelensky afirmou que os Estados Unidos liderados pelo republicano Donald Trump enviam apenas 12 mísseis Patriot por mês para a Ucrânia, um quarto do que o anterior presidente, o democrata Joe Biden, enviava.

“Pagámos por essas armas”, argumentou. “Parte das entregas já está autorizada, mas o resto não, e não se trata de uma questão técnica”, sublinhou.

Zelensky sugeriu a Washington que Kiev poderia deixar de atacar as refinarias russas, tal como pretendem os Estados Unidos, se acelerassem a entrega dos mísseis Patriot para proteger as infraestruturas ucranianas.

“Mas eles só querem que deixemos de atacar o gasóleo e, se atacarmos, cortam-nos o acesso a alguma coisa”, afirmou o líder ucraniano.

O Presidente norte-americano defendeu no domingo a sua decisão de não aplicar novas sanções contra a Rússia, bem como o acordo entre Washington e Moscovo, anunciado dias antes, permitindo aos Estados Unidos importar petróleo russo.

Trump argumentou ainda que se assinasse neste momento a chamada Lei Graham, relativa a novas sanções contra a Rússia, faria com que a Rússia se retirasse das negociações.

E apontou outro argumento: “A Rússia está a fazer muito pouco para ajudar a República Islâmica do Irão comparado com o que poderia estar a fazer”.

[Annie conhece o ministro do Interior de Cuba há muito tempo, mas a paixão que os une é relativamente recente. É justamente nessa altura que Zé Manel, como ela lhe chama, vai ser implicado num dos maiores escândalos da liderança de Fidel Castro. O “Caso Ochoa” envolve droga, fuzilamento, prisão e o narcotraficante mais conhecido do mundo: Pablo Escobar. Já pode ouvir o quinto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

Por fim, insistiu no “grave dano” que os ataques ucranianos contra as refinarias russas estão na sua visão a causar, “também nos Estados Unidos”.

Ainda na entrevista à Bloomberg, o líder ucraniano alertou que estes são “dias perigosos antes das eleições”, referindo-se às eleições intercalares nos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro e nas quais os republicanos de Trump tentam manter o controlo do Congresso.

“Mas depois das eleições a vida continua e acredito que ficará mais tranquila”, afirmou.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.