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Sunday, November 8, 2026

Corinthians atrasa pagamento de acordo por dívida bilionária; valor chega a R$ 26 milhões

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O clube não pagou a parcela de outubro, que venceu no último dia 30, tanto na conta de débitos previdenciários quanto na de não previdenciários.

Na dívida não previdenciária, o Corinthians chegou a cinco parcelas abertas ao não pagar a prestação de 30 de outubro. São R$ 24.148.080,90 pendentes.

Procurado pelo ge, o Corinthians não respondeu até a publicação desta matéria. Se houver resposta, o texto será atualizado.

O contrato assinado entre as partes prevê que a "falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas" é hipótese de rescisão. A PGFN não executou a cláusula até o momento.

Presidente Osmar Stabile na Vila Belmiro em São Paulo x Corinthians pelo Campeonato Brasileiro — Foto: Marcos Ribolli

O Corinthians assinou acordo de transação tributária com a PGFN e recebeu desconto de 46%, reduzindo uma dívida de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. São 120 prestações para os débitos não previdenciários e 60 prestações nos previdenciários.

Se o acordo for rescindido, o contrato prevê que o montante original da dívida seja restabelecido, sem qualquer desconto, com a dedução apenas dos valores já pagos. Com isso, as cobranças judiciais e extrajudiciais seriam retomadas.

Além disso, o Corinthians ficaria proibido por dois anos de fazer qualquer novo acordo de transação, mesmo relativo a dívidas diferentes.

O acordo com a PGFN motivou uma polêmica na aprovação das contas de 2025, já que, apesar de o contrato ter sido assinado em 2026, a gestão incluiu os efeitos da transação tributária no ano passado. A renegociação resultou em uma diminuição de R$ 217,428 milhões na dívida bruta total do clube.

Parque São Jorge, sede social do Corinthians — Foto: José Edgar de Matos

Para o elenco masculino de futebol, por exemplo, a diretoria deve três meses de direitos de imagem, férias e premiações da Conmebol Libertadores e do Campeonato Brasileiro.

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