ESPNDaniel Dubois vs. Fabio Wardley: Fight results as Dubois stops Wardley in Round 2ESPN DeportesCruz Azul busca salir de su mala racha ante el sotanero FC JuárezThe Jerusalem PostThe forgotten German who saved Jews in Japan - and the diary that resurfaced 80 years laterInquirerSuper Typhoon Champi to enter PAR on Oct. 20; to be named RosalZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLO bordel de Vorcaroسكاي نيوز عربيةكارني: "حادث خطير" وراء حريق ضخم بقاعدة عسكرية في ألبرتا매일경제중국 여성들 “AI 기업 대박낼 남편감 찾아요”…美 실리콘밸리 몰린다는데中国新闻网批量“AI小海”卖惨博同情带货 哪些“姨姨妈妈”容易被收割?DW EnglishCanada: Major fire reported at military base in AlbertaInfobaeDefinición “de caño” tras una doble pared y corrida desde la mitad de cancha: los dos goles de Messi en el triunfo del Inter MiamiNew Straits TimesBursa Malaysia expected to maintain cautious bias next week on external uncertainties
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, October 18, 2026

Posto citado em investigação que levou à prisão de Canella recebeu mais de R$ 37 milhões da Prefeitura de Belford Roxo

Translate

Embora tenha sido citado na investigação, o estabelecimento não foi alvo da Operação Unha e Carne, deflagrada na última quinta-feira. Mas, segundo a polícia, a movimentação em dinheiro vivo é compatível com a prática de ocultação de valores.

Segundo a Polícia Federal, o posto foi identificado após realizar mais de R$ 10 milhões em depósitos em dinheiro vivo comunicados ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda.

A operação Unha e Carne apura suspeitas de lavagem de dinheiro em movimentações que chegam a R$ 7,6 bilhões.

Canella é apontado como integrante do núcleo empresarial e político do esquema que, segundo a investigação, tinha quase 100 postos de gasolina para mesclar o dinheiro do combustível com dinheiro ilícito, inclusive, de verba pública.

Posto citado em investigação recebeu mais de R$ 37 milhões da Prefeitura de Belford Roxo, diz polícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Contrato foi assinado quando Canella ainda era prefeito

O RJ2 descobriu que o posto citado na investigação que prendeu Márcio Canella já recebeu 37 milhões em pagamentos da Prefeitura de Belford Roxo, desde 2012.

Ao todo, foram localizados sete contratos com o posto. Um desses contratos foi assinado quando Canella era prefeito da cidade da Baixada Fluminense.

O contrato é com a Secretaria Municipal de Transportes, de 10 de novembro de 2025, antes de Canella renunciar ao mandato para concorrer à Assembleia Legislativa.

Os sete contratos somam valores de cerca de 20 milhões. Menos que os 37 milhões efetivamente pagos, de acordo com dados da transparência da Prefeitura de Belford Roxo.

O último documento foi assinado dois dias depois de Canella se tornar o segundo deputado estadual mais votado do Rio, com quase 200 mil votos, já na gestão de sua sucessora na prefeitura, no dia 6 de outubro.

Mariana Malta, que adotou o apelido Canella do aliado, não foi alvo da Operação Unha e Carne. Mas a Polícia Federal identificou um pagamento de Márcio Canella de R$ 50 mil à Mariana.

O posto de gasolina São Sebastião de Belford Roxo, que recebeu mais de 37 milhões, pertence a Bruno Viana de Souza. Segundo a polícia, Márcio Canella e Bruno são sócios numa outra empresa, a Brumar Empreendimentos.

A Polícia Federal investiga se o dinheiro público que saiu da prefeitura, comandada pelo grupo de Canella, teria entrado no posto de gasolina comandado por um sócio dele e voltado para o grupo através dessa outra empresa.

O que dizem os citados

A Prefeitura de Belford Roxo disse que todos os contratos vão ser objeto de auditoria interna e que o posto citado é contratado desde 2012, antes do governo de Márcio Canella. Disse ainda que em todas as licitações feitas depois disso não houve mais nenhuma empresa interessada em prestar o serviço.

Segundo a Prefeitura, não houve depósito de R$ 50 mil para Mariana Canella, e, sim, vários pagamentos menores para reembolso de despesas, como passagens e alimentação.

O RJ2 procurou a defesa de Márcio Canella e da prefeita Mariana Malta, mas não obteve retorno até a publicação. A defesa de Bruno Viana de Souza, citado na reportagem, não foi encontrada.

View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.