The Jerusalem PostSurvivors of clergy sexual abuse reach $800m. settlement with New York ArchdioceseESPN DeportesEN VIVO: Los Rays se rebelan, pero no tan rápido, Brewers responden y se acercanCNN TürkTürkiye-KKTC doğal gaz hattı için NAVTEX yayımlandıPunchVarsity workers protest shortfalls in FG’s arrears paymentESPNFollow live: Contreras, Mitchell each drive in a run to cut deficit in half for BrewersRai NewsBallando con le Stelle, il Charleston di Noemi Bocchi e Giovanni PerniceNOSOp verschillende plekken overlast door harde windInquirerRE advocates seek solutions to Mindanao’s fossil fuel dependenceDaily MailStorm Chloe may be third storm to hit UK in just a week after 80mph winds and torrential downpours hit ferries and trains
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, October 25, 2026

Vítimas de abuso sexual aprovam acordo de US$ 800 milhões com a Arquidiocese de Nova York

Translate

Segundo os advogados das vítimas informaram neste sábado (24), o valor vai encerrar processos movidos por aproximadamente 1.300 pessoas.

A arquidiocese católica havia concordado com o pagamento em maio.

Esta é uma das maiores indenizações em uma onda de ações judiciais sobre abuso sexual contra a Igreja nos Estados Unidos.

O valor fica atrás apenas de um acordo de US$ 880 milhões firmado pela Arquidiocese de Los Angeles, também em 2024.

Agora no g1

Agora no g1

O escritório de advocacia Jeff Anderson & Associates, que representa 300 dos sobreviventes, classificou a decisão como "um momento poderoso na busca por justiça".

Além do pagamento de US$ 800 milhões, a arquidiocese concordou em liberar documentos relacionados aos agressores sexuais dentro da Igreja.

O acordo evita que a Arquidiocese de Nova York declare falência, mas permite que os sobreviventes continuem processando as seguradoras da Igreja em busca de indenizações adicionais, segundo a agência Reuters.

Nos últimos anos, a Igreja Católica pagou bilhões de dólares em acordos por todos os Estados Unidos.

A onda de reparações financeiras ocorreu após Nova York e outros estados americanos aprovarem leis que permitiram, de forma temporária, que vítimas de abuso sexual infantil abrissem processos civis por crimes cometidos há décadas, driblando os prazos de prescrição tradicionais.

View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.