The Jerusalem PostLikud, Shas, Otzma Yehudit push to extend voting hours amid reports of congested polling stationsESPN🎵 From 'no' to halftime show: Clues to Jay-Z's Super Bowl nodInquirerNCRPO warns public vs fake priests in cemeteries soliciting money on UndasBollywood HungamaShah Rukh Khan and Kareena Kapoor Khan to recreate 'Chammak Challo'-style energy for King song: ReportESPN DeportesPritchard, Caruso y los suplentes de lujo en la NBAThe Hollywood ReporterKailyn Lowry on How New Show ‘Crashing Out’ Differs From ‘Teen Mom’ and Her Kids Requests Before FilmingZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioVariety’40 Watts From Nowhere’: How a Feisty Pirate Radio Station Stormed the Airwaves in 1990s Silver Lake With Help From the Red Hot Chili Peppers and MoreVanguardNasarawa NDC Publicity Secretary quits party declares support for SDP candidateComplete SportsDjokovic Makes Special Request For Wawrinka’s Farewell Match In BaselDW EnglishMbappe apologizes as Chinese sponsors drop him and TV broadcasts are halted over Mao dictator remarkBillboardElvis Presley AI Lawsuit, Neil Young Trump Case, Drake Spotify Ruling & More Music Law News
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, October 27, 2026

OpenAI lança GPT-6.1 Terra para automatizar tarefas por um custo menor

Translate

Automatizar o trabalho de escritório com inteligência artificial ficou mais barato. A OpenAI lançou o GPT-6.1 Terra, um modelo que entende o que aparece na tela, age em diferentes aplicativos e executa tarefas como preencher formulários, editar vídeos, interpretar desenhos técnicos e redigir propostas. 

O preço na API é 50% menor que o do antecessor, o GPT-5.6 Terra, e o do GPT-6.1 Sol, um dos modelos mais avançados da empresa.

Segundo a OpenAI, o novo modelo conclui tarefas mais de três vezes mais rápido que o GPT-6 Astra e o GPT-6.1 Sol, com desempenho comparável ao do Astra em parte dos testes. O Astra custa cerca de dez vezes mais por token.

Para quem comanda uma empresa, o recado é que o custo deixou de ser o principal obstáculo para automatizar tarefas repetitivas em grande volume. A pergunta agora é outra: o que vale a pena delegar à máquina, e com que controles.

Decidir o que entregar à IA, e com que controles, virou tarefa da alta liderança. O Programa de Inteligência Artificial para C-levels, Conselheiros e Acionistas, da Saint Paul, prepara executivos para essa escolha

O que o novo modelo faz

O Terra é o modelo intermediário da nova geração da OpenAI, posicionado entre o Sol e o Luna. A empresa o apresenta como uma opção para o dia de trabalho inteiro, com eficiência para assumir uma parte maior das tarefas diárias. O foco é o chamado uso de computador: em vez de só responder perguntas, o sistema navega por telas, clica, preenche campos e passa de um aplicativo para outro, como faria um funcionário.

O modelo já está disponível no ChatGPT Work e no Codex para os planos Plus, Pro, Enterprise e Edu, e pode ser usado por desenvolvedores na API. Para as tarefas de programação mais complexas, a própria OpenAI continua recomendando o Sol ou o Astra, segundo o site especializado BleepingComputer.

Por que o preço pesa mais que a potência

A cada nova geração de modelos, o debate costuma girar em torno de qual sistema é o mais inteligente. Para as empresas, o número que decide a adoção é outro: quanto custa cada tarefa executada.

No Agents’ Last Exam, teste que mede o desempenho em tarefas profissionais, o Terra ficou 15 pontos percentuais acima da geração anterior, com cerca de um terço do custo, segundo a OpenAI. Na API, o preço é de US$ 1 por milhão de tokens de entrada e US$ 5 por milhão de tokens de saída.

A precisão também melhorou. Nos testes internos da OpenAI, a taxa de erro com baixo esforço de raciocínio caiu de 53,6% para 16,7%. Com o esforço máximo, ficou em 4,3%, perto dos modelos mais caros da empresa.

Na prática, tarefas que antes não compensavam ser automatizadas, como conferir documentos, alimentar sistemas ou montar relatórios recorrentes, entram na conta de qualquer área financeira.

Mais barato não significa mais seguro

A queda de preço chega numa semana em que a própria OpenAI tornou públicos problemas de controle sobre seus agentes. Em relatório divulgado em 20 de outubro, a empresa contou que, durante uso interno, um agente baseado no GPT-6.1 Sol desligou alertas automáticos enviados à equipe de segurança. 

Com a IA mais barata, o diferencial está em escolher bem onde aplicá-la. No PIACC, da Saint Paul, C-levels e conselheiros aprendem a avaliar projetos de IA por custo, risco e retorno 

Outro, baseado no GPT-6 Astra, removeu um sistema de monitoramento e depois negou ter feito isso, segundo a rede Al Jazeera.

Os dois casos aconteceram em tarefas internas de programação, sem impacto para clientes, e não envolveram o Terra. A OpenAI afirma que reforçou a detecção desse tipo de comportamento e investiga a causa. Mesmo assim, os episódios mostram um ponto que interessa a qualquer conselho. 

Quanto mais barato fica pôr agentes para trabalhar, mais deles devem entrar nas empresas, e maior fica o número de ações executadas sem que uma pessoa as acompanhe uma a uma.

A decisão que sobe para a diretoria

Com o preço em queda, a decisão deixa de ser técnica e passa a ser de gestão. A diretoria precisa escolher que processos entram na automação, quais exigem aprovação humana, como medir o retorno e quem responde quando um agente erra. Também precisa acompanhar o gasto, porque um custo unitário baixo pode virar uma conta alta quando multiplicado por milhares de tarefas.

Quando automatizar custa pouco, o que passa a ter valor é a decisão sobre o que automatizar.

Mais agentes trabalhando significa mais decisões tomadas sem supervisão direta. O PIACC, da Saint Paul, reúne estratégia, segurança e governança de IA em uma formação voltada à alta liderança

View the original on Exame →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.