Vorcaro contraria PF e insiste em inocência ao depor em 15/10; veja íntegra

No depoimento, Vorcaro questionou se havia necessidade de estar preso há um ano. "Tem que ser investigado tudo. O banco precisava ser liquidado e eu estar preso há um ano? É algo justo? Se alguém fez alguma coisa de errada no meu banco, tem que ser apurado. O que eu sei é que eu não fiz nada."
Vorcaro foi indiciado pela PF por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, organização criminosa e outros crimes. As penas máximas dos crimes somam 41 anos de prisão, de acordo com a PF. Ele foi preso pela primeira vez em 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos (SP), quando tentava embarcar para Dubai. Vorcaro voltou a ser preso preventivamente em março deste ano e está no 19º Batalhão da PM do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.
Este é o primeiro indiciamento de Vorcaro na Operação Compliance Zero, iniciada em novembro de 2025. O Banco Master foi liquidado em 18 de novembro de 2025, data da primeira fase da operação.
Defesa de ex-banqueiro apresentou uma petição no STF questionando a integridade das provas extraídas do celular do empresário pela PF. No documento, os advogados citam uma análise técnica preliminar do perito Marcos Monteiro, assistente da defesa, segundo a qual registros do próprio relatório policial indicariam alterações no aparelho após a apreensão.
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