Trump rejeita plano do Irã para reabrir Hormuz

A guerra começou em 28 de fevereiro, com ataques dos EUA e de Israel. Em resposta, o Irã praticamente fechou Hormuz, por onde costuma passar cerca de um quinto do petróleo e do gás consumidos no mundo, o que fez disparar os preços da energia. Um acordo preliminar assinado em junho, no Paquistão, desmoronou poucos dias depois. Os houthis, grupo rebelde do Iêmen aliado de Teerã, intensificaram os ataques contra a Arábia Saudita.
Cortes esvaziam o principal órgão de saúde pública dos EUA
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência que por décadas foi referência mundial em saúde pública, perderam quase um terço dos funcionários desde o início de 2025, segundo dados compilados por ex-cientistas federais e divulgados pelo New York Times. O quadro caiu de 9.279 pessoas em março de 2025 para 6.683 em maio deste ano. Além das demissões ordenadas pelo governo Trump, houve uma onda de aposentadorias e pedidos de saída.
Dos 11 diretores de centros que estavam no cargo em março de 2025, só um permanece. Segundo funcionários ouvidos pelo jornal, a agência passou a ser controlada de perto pelo secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., conhecido por questionar vacinas. Cerca de 20 indicados políticos agora dão ordens aos técnicos, contra dois ou três em governos anteriores. Um deles determinou um estudo sobre a relação entre vacinas na gravidez e autismo, hipótese já descartada por vários estudos.
O esvaziamento ocorre num ano de número recorde de casos de sarampo nos EUA. Para o surto de ebola na República Democrática do Congo, o CDC enviou cerca de cem profissionais; na epidemia da África Ocidental, em 2014, foram 2.000. O Departamento de Saúde afirmou, em nota, que a agência continua a proteger a saúde dos americanos.
Complô contra evento na Casa Branca foi tramado quase todo pela internet
Os oito homens acusados de planejar um ataque ao evento de lutas do UFC realizado nos jardins da Casa Branca em 14 de junho, que celebrou os 80 anos de Trump e os 250 anos da independência americana, se conheceram pelo TikTok e, em sua maioria, nunca se encontraram pessoalmente. É o que mostra reportagem do Washington Post baseada em mais de 300 páginas de documentos judiciais.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.