ESPNWhy Warriors-Lakers was the quiet end of an incredible NBA eraInquirer6 nabbed as cops seize P2.1-M ‘shabu’ in Metro ManilaESPN DeportesCómo le fue a Flick en los Clásicos y contra MourinhoThe Jerusalem PostIlhan Omar to move out of DC home following federal raid, accuses Trump of political intimidationDaily MaverickDISEASE DISASTER: Angry neighbours, game sales in jeopardy as Addo’s foot-and-mouth disease crisis deepensInquirer EntertainmentAngela Muji, Rabin Angeles show there’s more to them than ‘Dating Alys Perez’Bollywood HungamaRs. 3,170 for ONE ticket! Ranbir Kapoor’s Ramayana commands SHOCKING prices for IMAX recliners in Mumbai; Insignia rates touch Rs. 2,370ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFVariety‘The Odyssey’ Artisans Talk Bringing Christopher Nolan’s Epic to Life With Practical Sets and Thousands of Costumes at Middleburg Film FestPremium TimesOnline Global Leadership Conference: Leadership that holds under pressureConsequenceAnuel AA Announces Corridos Album, Maluma Reveals Plans to Explore Música MexicanaSRF NewsKandidatur für den Bundesrat – Bundesrat: Tessiner Ständerat Marco Chiesa steht zur Verfügung
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, October 22, 2026

A surpreendente divisão de royalties do Megadeth, segundo baterista

Translate

Dirk Verbeuren revela detalhes do processo de composição e conta que Dave Mustaine lhe ofereceu porcentagem de ganhos maior do que a solicitada

Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)

COMPARTILHE WhatsApp Icon Facebook Icon Flipboard Gmail
Megadeth em 2025 (E-D): James LoMenzo, Dirk Verbeuren, Dave Mustaine e Teemu Mäntysaari (Foto: Ross Halfin)

Conhecido historicamente no cenário do heavy metal por sua postura exigente e centralizadora na liderança do Megadeth, Dave Mustaine costuma ser retratado como uma espécie de chefão implacável. No entanto, uma revelação recente feita pelo baterista Dirk Verbeuren veio para ressignificar essa imagem que circula há décadas entre os fãs.

Durante uma clínica de bateria promovida pela Amarin Productions nos Estados Unidos, Verbeuren abriu o jogo sobre os bastidores de composição e a divisão de royalties dentro da banda. O músico, que integra o grupo desde 2016 e participou de dois álbuns, detalhou como funciona o processo criativo com Mustaine e surpreendeu ao expor a generosidade do frontman em relação aos ganhos financeiros.

Ao relatar o processo de criação de uma música, o baterista explicou que o trabalho costuma ser colaborativo: ele próprio gravou uma demo, que depois foi absorvida por Mustaine, que aprimorou as partes de guitarra e finalizou a estrutura. O ponto alto da revelação, contudo, aconteceu quando o líder sentou-se com o baterista para acertar as contas.

Inicialmente, Dirk Verbeuren contou (transcrição via TMDQA!):

“Ele sentou comigo e disse: ‘Certo, vamos revisar as músicas. Quais riffs você escreveu?’. Eu respondi: ‘Esse aqui fui eu, mas você mudou algumas notas. E esse outro também fui eu’. Ele confirmou: ‘Esse riff é seu’.”

O baterista, então, revelou:

“Fomos analisando tudo e definindo: ‘Ok, então a sua participação equivale a essa porcentagem da música’, e por aí vai. Ele perguntou: ‘Quanto você gostaria de receber por isso?’. Eu sugeri um valor, e ele disse: ‘Na verdade, eu queria te pagar este outro valor’, que era maior. Ou seja, ele acabou me pagando mais do que eu esperava por aquela música.”

A honestidade de Dave Mustaine

Por fim, Dirk Verbeuren desmistificou a imagem que se tem de Dave Mustaine:

“Ele é um cara muito honesto quando se trata dessas questões, sabe? Sei que o Dave tem a sua reputação e que existem muitas histórias por aí, mas, no fim das contas, ele realmente convida todos a participarem.”

+++ LEIA MAIS: As 3 melhores músicas do Megadeth para Dave Mustaine
+++ LEIA MAIS: A atitude de James Hetfield que encantou Dave Mustaine em luta contra o câncer
+++ LEIA MAIS: Os 5 melhores guitarristas de rock segundo Dave Mustaine

Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)

Guilherme Gonçalves é jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e atua no jornalismo esportivo desde 2008. Colecionador de discos e melômano, também escreve sobre música e já colaborou para veículos como Collectors Room, Rock Brigade e Guitarload. Atualmente, é redator em IgorMiranda.com.br, revisa livros das editoras Belas Letras e Estética Torta e edita o Morbus Zine, dedicado a resenhas de death metal e grindcore.

View the original on Rolling Stone Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.