Supermercados e clubes brasileiros se dividem sobre proibição de apostas online
Agora, o Supremo Tribunal analisa diversas ações movidas por empresários do setor de apostas que buscam anular a decisão do presidente.
Os principais clubes do futebol brasileiro, a maioria dos quais mantinha acordos de patrocínio com casas de apostas, apoiaram as demandas do setor durante a audiência pública.
O Flamengo estima que a proibição acarrete "uma queda de aproximadamente 430 milhões de reais anuais em receitas", afirmou Flávio de Araújo Willeman, vice-presidente do clube, durante uma audiência na sede da Suprema Corte.
Outros gigantes do Brasileirão, como Corinthians, Cruzeiro, Botafogo, Fluminense, Grêmio e São Paulo, também relataram impactos negativos em suas finanças devido à proibição.
Por outro lado, o setor supermercadista celebra um aumento nas vendas e atribui o fato à proibição das apostas.
Em comparação com 2025, "identificamos um crescimento real de 6,5% no consumo de alimentos" na primeira semana após a proibição, disse João Galassi, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).
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