The Jerusalem PostUS carries out 'defensive' strikes on Iran's Qeshm Island, officials say - report한겨레에티오피아 고원의 수소와 수나귀, 짝 두고도 서로를 택했다Daily MaverickTrump approval near career low ahead of elections, Reuters/Ipsos poll findsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFCBS NewsTrump says "Iran wants a settlement, as soon as possible"The Sydney Morning HeraldUS midterms 2026 LIVE updates: US confirms strikes on Iran after Trump raises doubts about further attacks in final pitch to voters; Republican control of House and Senate under threat from DemocratsEl ComercioElecciones Legislativas de Estados Unidos 2026 EN VIVO: votación de medio mandato de Donald TrumpSouth China Morning PostLearjet may have broken up before crashing in Florida, investigators sayLenta.ruВС России ударили по Украине десятками ракет и дроновNew Straits Times#SHOWBIZ: Over 80,000 fans expected as The Weeknd brings epic finale to KLDaily MailWhy, thanks to AI, you really could be Dr Dolittle and have a conversation with your petSoompiYook Sungjae And Park Min Young Head To Work Together In New Drama “Nine To Six” Poster
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, November 3, 2026

Como foi o El Niño histórico de 1877, quando passagem do fenômeno se tornou um desastre global

Translate

Revolução tecnológica, instabilidade política e o fenômeno El Niño mais intenso em décadas: parece um retrato da atualidade, mas estamos falando de 1877.

O El Niño daquele ano foi um dos desastres climáticos mais mortais já registrados, causando a morte de 50 milhões de pessoas, aproximadamente 3% da população mundial.

O repórter Shin Suzuki explica o que é o El Niño e como os cientistas acreditam que o aquecimento global pode influenciar eventos futuros.

No momento em que o mundo enfrenta um El Niño recorde, conversamos com historiadores e cientistas sobre o que aconteceu em 1877 e o que podemos aprender com um dos desastres climáticos mais mortais já registrados.

View the original on BBC News Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.