The Jerusalem PostIsraeli man detained in India for carrying live cartridge of ammunition leftover from IDF serviceESPNHow ChatGPT and Lane Kiffin could have gotten LSU kicked out of the SECInquirerBukidnon school eyes safety upgrades after Grade 12 student’s deathPunchEXPLAINER: What every business should know about CAC annual returnsוואלהצה"ל: חוסל מחבל נוח'בה שפשט למעבר ארז ב-7 באוקטוברUN NewsYemen escalation displaces more than 57,000 children: UNICEFBollywood HungamaLuv Ranjan unveils first look of Pehla Pyaar Doosri Baar featuring six debutants, film to release on October 23Premium TimesNIDCOM says Nigerian detained in India refused opportunity to returnIl Fatto Quotidiano“Non so quanto tempo avrò”: Il calcio dominante di Amorim al Milan non si vede. San Siro fischia, ora l’allenatore è preoccupatoCapital FMNyamira University Set for First Intake as Construction ProgressesБи-би-си«Нарисованные победы». Как российские военные с помощью ИИ имитирует успехи на фронте7sur7Menaces de Trump: “Personne” ne dicte au Canada avec quels pays il peut conclure des accords, riposte Carney
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, September 17, 2026

ONU: estruturas estatais de repressão continuam "intactas"

Translate

As Nações Unidas consideraram esta quarta-feira que as instituições estatais responsáveis pela repressão e violações de direitos humanos no país continuam “intactas”, apesar de melhorias “limitadas” registadas no último ano.

“Enquanto não forem desmanteladas as estruturas repressivas, garantida a independência judicial e devidamente investigados e sancionados os responsáveis por violações de direitos humanos, qualquer abertura permanecerá frágil e reversível”, apontou a Missão Internacional Independente de Apuração de Factos sobre a Venezuela da ONU.

“Os venezuelanos merecem mudanças reais e significativas nesta matéria, não tentativas de avanços incompletos”, advertiu a presidente da Missão, Sofía Macher.

As conclusões acompanham um relatório que assinala uma “redução significativa das detenções prolongadas e dos desaparecimentos forçados” após a captura do Presidente venezuelano Nicolás Maduro na operação norte-americana contra Caracas no dia 3 de janeiro.

A Missão identificou cerca de vinte funcionários pela sua participação em “graves violações” de direitos humanos, que “continuam a ocupar, ou foram reatribuídos para cargos-chave” depois da transferência de poderes para a presidente interina Delcy Rodríguez, antiga número dois de Maduro.

O relatório reconhece a “redução de algumas das formas mais severas de repressão”, incluindo a libertação de centenas de presos políticos e um contexto mais favorável para protestos e reuniões públicas, mas lamenta que “a impunidade pelos crimes do passado persista”.

Os pequenos avanços, acrescenta, “não foram acompanhados das reformas institucionais necessárias para garantir uma melhoria significativa e sustentada da situação dos direitos humanos” e a Missão chegou mesmo a investigar 64 novos casos de tortura após 3 de janeiro.

A ONU denunciou ainda a vigência de leis usadas para “criminalizar a dissidência”, bem como o facto de as forças de segurança e os serviços de informação “manterem essencialmente as mesmas estruturas, políticas e práticas”.

O relatório sublinha também a necessidade de “desarmar ou desmantelar” grupos comunitários que têm sido “uma fonte permanente de intimidação e violência” e sobre os quais o Executivo de Rodríguez não interveio.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.