The Jerusalem Post‘The fringe didn’t disappear’: Expert explains how to combat online threats, antisemitic propagandaRTP DesportoLiga das Nações. Conferência de imprensa com Jorge Jesus e Bruno FernandesESPNPitt upsets Va. Tech after losing QB; Narduzzi tells pollsters to 'wake ... up'InquirerPublic transport fares rise in E. Visayas amid higher fuel costsPunchJulius Berger begins work on collapsed Delta roadESPN Deportes¿Real Madrid Femenil podrá frenar dominio del Barcelona en Clásico?ZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-Nachrichtenstudio3DNewsCapcom сделает RE Engine игровым движком для разработки с помощью ИИIl Fatto QuotidianoUcraina, New York Times: “I negoziatori di Usa e Russia discutono anche di un maxiaffare petrolifero proposto da Putin”VanguardTrump promises $5,000 to every US adult if Republicans win midtermsVarietyZach Bryan Wears ‘Free Palestine’ Shirt While Headlining Robert Kraft’s Gillette Stadium; Drummer Honors Slain Palestinian GirlNOSReuters: belangrijke hacker ShinyHunters aangehouden, werkt samen met FBI
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 3, 2026

Campanha busca engajamento para reduzir desperdício de alimento

Translate

A campanha #FazAXepa chega às redes sociais de restaurantes, empresas e às feiras e mercados com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos e transformar a forma como as pessoas percebem os alimentos que estão fora dos padrões estéticos, por causa de desafios logísticos ou falhas operacionais.

A iniciativa do programa Brasil Sem Desperdício, uma cooperação das organizações sociais WWF-Brasil e o Waste & Resources Action Programme (Wrap), chama a atenção para a disparidade entre o desperdício de 30% do que é produzido pelo Brasil e a existência de 55 milhões de brasileiras e brasileiros, que vivem algum nível de insegurança alimentar, segundo dados do IBGE.

“A iniciativa parte da compreensão de que o desperdício não acontece apenas por falta de planejamento, mas também por padrões culturais que nos levam a rejeitar alimentos perfeitamente próprios para consumo por questões estéticas ou pela ideia equivocada de abundância”, destaca Luiza Soares, líder do programa Brasil Sem Desperdício.

Para aproximar o conceito do dia a dia das pessoas, a campanha faz uso do termo xepa, aplicado às sobras do fim da feira, para propor uma mudança de comportamento em que o que está fora de padrão ganha o valor de ingrediente fundamental na alimentação e nos negócios de todo o país.

Ao longo de todo o mês de outubro, marcado pelo Dia Mundial da Alimentação, dia 16, a campanha terá ações com a atriz Laila Zaid e a chef Bel Coelho em feiras e restaurantes populares para debater o assunto.

Também serão veiculados nas redes sociais do programa das empresas parceiras vídeos com entrevistas, declarações e receitas com alimentos maduros, rejeitados, fora do padrão estético ou próximos do descarte.

De acordo com Luiza Soares, a expectativa é estimular uma reflexão coletiva sobre a forma como atribuímos valor aos alimentos e incentivar mudanças concretas de comportamento. 

“Queremos que mais pessoas passem a enxergar o aproveitamento dos alimentos como uma prática simples, possível e desejável”, diz.

Para os organizadores da campanha, além da segurança alimentar, o desperdício de alimento também significa desperdício de recursos naturais e energéticos empregados na produção e descarte, que causam impactos ambientais e climáticos.

“O desperdício de alimentos é, ao mesmo tempo, uma ineficiência econômica, uma pressão ambiental e uma injustiça social”, reforça Luiza.

Para responder a essa ineficiência, a campanha busca o engajamento de todos os setores da sociedade, desde o consumidor até as grandes empresas que comercializam alimentos e as organizações sociais e pesquisadores que possam propor inovações e soluções para estancar o desperdício.

“A transformação não virá de iniciativas isoladas, ela depende da capacidade de empresas, governos, academia e sociedade colaborarem em torno de um objetivo comum, compartilhando aprendizados e definindo novos padrões”, avalia Luiza Soares.

View the original on Agência Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.