Ana Castela fala sobre mudanças na carreira e garante: ‘A Boiadeira continua aqui’

Ana Castela, de 22 anos, lançou a música Imagina o Trabalho, que brinca com uma situação comum na vida amorosa: pensar em terminar um relacionamento, mas desistir ao imaginar todo o esforço necessário para conhecer alguém novo. Em entrevista à Quem, a cantora contou como surgiu a ideia da canção e falou sobre o momento que vive na carreira, marcado pela vontade de experimentar novas sonoridades sem deixar de lado suas raízes musicais.
“Ela fala daquela hora em que você pensa em terminar um relacionamento, mas aí lembra de tudo que vai ter que fazer de novo. Conhecer outra pessoa, começar a conversar, contar sua vida inteira, descobrir o que o outro gosta… Ai, imagina o trabalho!”, explicou a artista sobre a proposta da faixa.
A identificação com a história também foi um dos pontos que motivaram a composição. Segundo Ana, a música mistura experiências pessoais com situações observadas no convívio com outras pessoas. “Ah, tem um pouquinho de mim, sim! Mas também tem muita coisa que a gente vê acontecer com os amigos, com as pessoas próximas”, afirmou.
A cantora ainda destacou que gosta de levar para suas canções situações com as quais o público possa se identificar. “Eu gosto de cantar sobre situações que as pessoas escutam e falam: ‘Nossa, sou eu nessa música!”, disse.
“O Fire Arena foi muito especial pra mim, porque pude fazer coisas diferentes, experimentar outros estilos e mostrar um outro lado meu”, contou. Sobre a fase atual, ela acrescentou: “Eu tô numa fase de querer criar, testar coisas novas, mas sempre mantendo meu jeitinho, né? Porque a Boiadeira continua aqui!”
A mistura de referências também aparece em Imagina o Trabalho, que segue uma linha country pop. A proposta dialoga com outras músicas de seu repertório e reforça o interesse da artista em transitar por diferentes sonoridades.
“Imagina o Trabalho tem essa pegada mais country pop, parecida com o que a gente fez em É Que Eu Não Te Esqueci", explicou.
Apesar das experimentações, Ana ressalta a importância de manter a conexão com o sertanejo e com o universo dos rodeios, presente em sua trajetória desde a infância. “Eu gosto de experimentar coisas diferentes, mas sem perder minhas raízes. Posso mudar o estilo da música, mas continuo sendo a mesma Ana de sempre!”, concluiu.
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