Sudakov reconhece que sentiu "pressão" de ser contratação mais cara do Benfica
"Quando o `mister` chegou, falámos sobre isso e ele tranquilizou-me porque, na época passada, pensava nisso e causa alguma pressão. Mas agora não importa o dinheiro. Só tenho de trabalhar e provar o meu valor no relvado", revelou o ucraniano, no Seixal, durante a antevisão do encontro da Liga Europa frente ao Celtic.
Sudakov chegou ao Benfica em agosto do ano passado, num negócio que envolveu um empréstimo inicial no valor de 6,75 milhões de euros (ME) pagos ao Shakhtar Donetsk e uma cláusula de compra obrigatória de 20,25 ME fixos exercida esta época. A estes valores pode acrescer um montante máximo de cinco ME, mediante o cumprimento de determinados objetivos individuais e coletivos.
O total de 27 ME da operação, que pode atingir os 32 ME, comunicada pela SAD `encarnada` à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), fez do médio `criativo` a contratação mais cara da história do clube, a par do colombiano Richard Ríos.
Sudakov assinou apenas quatro golos na época de estreia pelos `encarnados` e no domingo, frente ao Vitória de Guimarães (2-0), estreou-se a marcar nesta temporada, sendo que não `faturava` desde 05 de dezembro, há mais de 10 meses, quando marcou ao Sporting (1-1), no Estádio da Luz, na 13.ª jornada da época 2025/26.
"Estou feliz, pois foi muito tempo sem marcar golos, mas estava calmo, pois sabia que iria acontecer e espero que seja apenas o começo", desabafou o ucraniano.
A conversa que revelou ter tido com Marco Silva, por outro lado, também lhe deu mais liberdade de movimentos, apesar de não querer comparar o estilo do atual treinador com o do antecessor, José Mourinho, atualmente no Real Madrid.
"Talvez me sinta mais solto agora. E isso vem muito mais da minha mente, porque, como disse, talvez na primeira época pensasse que tinha de fazer mais", admitiu Sudakov.
O Benfica recebe o Celtic na quinta-feira, em partida da segunda jornada da fase de liga da Liga Europa em futebol, com início previsto para as 20:00, no Estádio da Luz, em Lisboa, e arbitragem do montenegrino Nikola Dabanovic.
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