InquirerLTFRB summons bus operator over fatal Manila crashESPN DeportesChivas manda mensaje rumbo al Clásico tras golear a PumasESPNBallmer to comply with NBA's penalties, won't seek legal actionDaily MaverickSaudi Civil Defense lifts warnings of potential danger in four citiesThe Jerusalem PostTrump dismisses report China entities helped Iran before attack that killed US troopsThe Hollywood ReporterZack Snyder’s ‘The Last Photograph’: First ReactionsCNN TürkHava Durumu (14-09-2026)SözcüÇeşme veya Antalya değil: Türkiye'nin balayı rotası değiştiWirtualna PolskaSondażowa dominacja Le Pen. Liderka skrajnej prawicy mknie do II turyNew Straits TimesFederal govt allocates rm1.46 bln for eight flood mitigation projects in MelakaEl ComercioTemblor en México EN VIVO hoy, 13 de septiembre 2026: hora exacta, magnitud y dónde fue el epicentro del último sismo vía SSNRapplerLIVE UPDATES: First BARMM parliamentary elections
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, September 14, 2026

Famalicão x Sporting. "Havia penalty sobre Maxi."

Translate

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Está no ar mais um Sem Falta da Rádio Observador. Análise à arbitragem do jogo entre Famalicão e Sporting. Empate, uma bola, deslize do Sporting em casa dos famalicenses, num jogo com a arbitragem de um velho conhecido do nosso campeonato, Luís Godinho. Vamos à análise e aos lances deste encontro, Pedro Henriques.

Este é um jogo com muitos casos, obviamente. E começo pelo primeiro, que é realmente o maior erro do jogo, na minha perspectiva, que é um pênalti que fica por assinalar a favor do Sporting. O Rodrigo Pinheiro, já no interior da área, dá dois toques. Também dá no gémeo com a outra perna, com a perna esquerda, mas aquilo que é impactante são os dois toques com o pé direito, Rodrigo Pinheiro, que faz ali um "gentake", já no chão, no tornozelo direito de Max Luz. E há mesmo causa e efeito, ou seja, são aqueles toques, e sobretudo o segundo, que rasteira o adversário, que derruba e faz com que o defesa, neste caso o jogador do Sporting, tenha caído. Posso entender sempre, em relação ao árbitro, que é um lance junto à linha de baliza e já no interior da área, e portanto, alguma distância do árbitro em relação ao lance, embora ele tenha uma condição física que lhe permite estar em todo lado, e estava bem colocado, mas em relação à videoarbitragem, eu acho que é tão claro e óbvio quando vejo a repetição, ou seja, é mesmo um pênalti claro de previsão. Portanto, este é um erro que a equipa de arbitragem acaba por cometer e é sempre com impacto, sobretudo porque o jogo ficou empatado e é uma questão de um pênalti. Depois, ao minuto 25, o gol bem anulado ao Sporting. Até recebi várias mensagens, as pessoas estão ligadas ao lance, o gol é anulado porque o Flávio Gonçalves tocou a bola com o braço e as pessoas dizem: "Ah, mas foi sem querer, não foi de propósito, não há volumetria", e as pessoas esquecem-se, não sabem, tudo ok, que a lei 12, a página 110, fala de uma situação que já tem alguns anos, que é sempre que um jogador toque na bola com a mão ou braço, mesmo que seja não deliberado, a palavra que eles utilizam é: mesmo que seja acidentalmente, e que depois a bola entre na baliza diretamente ou que sobre para o próprio que faz gol, como foi o caso, o gol é sempre anulado. Portanto, não há qualquer tipo de interpretação para ver se há volumetria, se foi deliberado, não interessa. A lei é muito clara. Toca no braço, mesmo sem querer, acidental, se a bola entrar na baliza adversária, o gol tem que ser sempre anulado. E é por isto que o VAR, ao ver esta circunstância, diz ao árbitro que o Flávio Gonçalves, e depois o árbitro mete nos microfones a dizer que foi o 58, que o Flávio Gonçalves tocou a bola com o braço e o gol é anulado. E é por isso que o árbitro não vai ao monitor, porque como não há interpretação, é factual, não vai. Porque se fosse a questão do Suárez, que supostamente antes, na assistência que faz, poderia ter tocado a bola com o braço, aí, sim, tínhamos que ver se era deliberado, volumetria, essas coisinhas todas. E então aí, sim, o árbitro tinha que ir ao monitor, porque era sempre um lance de interpretação. Não vai ao monitor, porque não há interpretação, é factual e a lei 12, página 110, fez essa respectiva alteração e daí, portanto, o gol bem anulado, porque há mesmo toque com o braço/cotevelo esquerdo do Flávio Gonçalves. Depois, ao minuto 33, há um cartão amarelo que fica por mostrar. O Támas Zúgsz, acho que é assim que se diz, estica a perna direita e pisa o pé esquerdo de Geny Catame, entrada que se enquadra na negligência e, portanto, mereceria, naturalmente, na minha perspectiva, o respectivo cartão amarelo. E depois, a acabar a primeira parte, minuto 45 mais um, cartão amarelo bem mostrado ao Gil Dias, por trás, sem querer jogar a bola, agarra e puxa o Flávio Gonçalves e depois ainda teve uma mãozinha no pescoço do Flávio Gonçalves.

Ouvi gente reclamar, gente claro, mais afeta ao Sporting e talvez um pouco menos rigorosa e imparcial, mas a reclamar um eventual vermelho. Aqui descarta-se completamente essa possibilidade.

Não, eu acho que é mais completamente desportivo. E como é na sequência, agarras e depois colocas a mão, normalmente não se vai mostrar dois cartões amarelos nesta circunstância, é ato contínuo. Até porque o árbitro ficou logo ali em cima. Isto para dizer que eu acho que o cartão amarelo é bem mostrado e aquele comportamento de mão ao nível do pescoço é mais um comportamento desportivo, não considero isto uma conduta violenta e por isso considero uma boa decisão disciplinar. Depois, na segunda parte, e acabamos com isto, os lances da primeira parte.

E vamos à segunda, com rapidez.

Exatamente. Portanto, na segunda parte, temos ainda alguns casos, minuto 59, cartão amarelo que fica por mostrar ao Gonçalo Inácio, porque é uma entrada fora de tempo sobre o Sorris, acaba mesmo com o pé direito por pisar o pé esquerdo do jogador do Famalicão. Depois temos, ao minuto 62, o cartão amarelo mostrado a Geny Catame. É correto, é uma entrada com o pé e perna esquerda, também na perna esquerda do Sorris e portanto acaba por derrubar uma saída em contra-ataque e portanto cartão amarelo bem mostrado aqui. E depois entramos naquilo que é uma fase de vários lances importantes, o pênalti bem assinalado para mim, havia ali três momentos de análise, o Suárez não fez falta sobre o Pena, eu no direto não consegui ver isso de forma total. Ele toca na bola com o pé esquerdo e desarma e é daí que o Sporting recupera a bola. Depois não há empurrão do Irancunda. O Bondou desequilibra-se porque tropeça no próprio jogador do Sporting. E finalmente, aquilo que era o contacto do Bondou sobre o Ioannidis que deu o pênalti, é porque há um pisão. E, portanto, também não consegui ver isto logo no direto, com o pé direito pisa o pé esquerdo do Ioannidis e, portanto, há mesmo pontapé de pênalti. Como não há nenhuma falta anterior, o pênalti a favor do Sporting é uma decisão correta. Ato contínuo ao minuto 80, o Carlos Carvalhal é advertido exatamente por causa dos respetivos protestos. Depois ao minuto 86, cartão amarelo mostrado ao Suárez, faz uma falta e depois ainda tem um comportamento desportivo que é ir para o adversário e o árbitro a mostrar bem o respectivo cartão amarelo. 85, a expulsão do Bene, não há hipótese. Ele sem bola, faz o passe e depois sem bola levanta a perna direita para trás, embora dobrada e de sola, e Pitons acerta claramente ali no baixo-ventre. Nem dá para perceber bem se é entre o baixo-ventre, se é nas pernas do Max Luz. Mas a agressão, a tentativa de agressão, é sempre punida com cartão vermelho. E é mesmo uma conduta violenta e, portanto, o cartão vermelho é muito bem mostrado.

Até lhe chamaste um coice durante a emissão.

Exatamente. É uma expressão plebeia.

Não, mas é verdade, foi exatamente o gesto.

É mesmo esse gesto, é mesmo um coice. Minuto 90, Irancunda vê cartão amarelo por puxar o adversário. E depois o outro caso do jogo, também boa decisão para mim, no gol do empate de Famalicão, o Frasner fica a protestar por uma eventual falta atacante do Abubakar, que faz o cabeceamento, mas o Abubakar sobe, impulsiona-se e não faz essa impulsão à conta de colocar as mãos sobre o Frasner. Porque faz a impulsão, consegue saltar e depois, quando já está no ar, ele coloca realmente aquele momento que já está no ar e que faz o cabeceamento e acaba por colocar as mãos na zona dos ombros do Fresneda. Mas não é isto que impede o Fresneda de saltar, porque uma coisa é tu ires a saltar e apoiares-te no adversário para fazeres salto, aí é falta, porque impede o adversário também de chutar a bola. Não, ele saltou, está lá no ar, cabeceia e depois há o contacto e as mãos têm que estar para baixo, porque o jogador salta bem alto e esse contacto que existe nos ombros não é para infração e, portanto, o golo do Famalicão é correto. E finalmente, o Fresneda vê cartão amarelo ao minuto 90+7 por protesto, em função, naturalmente, desta circunstância toda.

Resta saber que nota merece Luís Godinho neste jogo que valeu o empate ao Famalicão, mais saboroso para o Famalicão do que para o Sporting, que acaba por perder dois pontos nesta sexta jornada. Resta saber que nota merece Luís Godinho.

Eu vou dar nota quatro, porque tem que ser negativa. O Luís Godinho tem muitas decisões corretas. Repara que eu considero a maior parte das decisões, o vermelho direto correto, o penálti a favor do Sporting correto, o golo do empate correto, que são três lances muito importantes e dá vontade de sempre dar boas notas por isto, mas é um jogo de um empate, que acaba empatado. E há um lance no início em que eu divido claramente as culpas, entre aspas, entre o árbitro, que lá também tem que ver, e o VAR. E por isso eu diria quase como título que o VAR não ajudou num penálti claro e óbvio e isso acaba por ter impacto na decisão, neste caso a favor do Sporting, na decisão da minha nota, que é uma nota quatro, em função disso, com muita pena minha, no sentido que foi um jogo complicado, difícil e com muitas e boas decisões, mas este acaba por ter um impacto maior na decisão em termos de nota. Nota quatro para o Luís Godinho.

Nota quatro para Luís Godinho neste Famalicão 1, Sporting também 1, jogo a contar para a sexta jornada do campeonato, que aqui acompanhamos, como sempre, com áudio e arbitragem de Pedro Henriques, que está também sempre disponível para ser ouvido em sede de O Campeão É, com notas de 0 a 20 aos protagonistas do dia no mundo do desporto. Um grande abraço, Pedro.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.