ESPN DeportesCon gol de Luis Suárez, Inter Miami abre el cerrojo de CincinnatiThe Jerusalem PostA different flamenco perspective comes to Tel AvivPunchGroup pledges massive votes for TinubuCNN TürkBakan Çiftçi'den 29 Ekim uyarısı! 4 ilde turuncu alarmESPNEvery Premier League team ranked by bang-for-buck: What if they spent like Man City?InquirerAuthorities seize P2.2M in contraband cigarettes in Sultan Kudarat townZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDF한겨레경기 버스, 30일 총파업 코앞…도, 전세버스·전철 ‘비상수송대책’ColliderNetflix’s Most-Watched Series Ever Officially Won’t Return in 2026UOLDeputados pedem investigação de listas de boicote e agressões em SC: Não estamos no nazismoSBS 뉴스장동혁 "선관위·특검, 야반도주하듯 투표함 들고 사라져…부정선거 증거 쏟아져"Global News‘Indestructible’ Downtown Eastside toilet suddenly out of service
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, October 29, 2026

Famosos prestigiam lançamento de projeto de Ferrugem em homenagem a Alcione

Translate

Ferrugem reuniu uma lista estrelada famosos nesta quarta-feira (28), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, para o lançamento de LEGADO: Ferrugem Canta Alcione. A iniciativa contou com a participação especial da própria Alcione. Entre os nomes que prestigiaram a noite estão Flávia Alessandra e Otaviano Costa, Taís Araujo e Regina Casé.

A lista de convidados ainda conta com nomes como Babu Santana, Douglas Silva, Dandara Mariana, Luana Xavier, Paloma Bernardi, Samuel de Assis, Milton Cunha, Rita Batista, Rafael Zulu, Dan Ferreira, Mell Muzzillo e Cauê Campos. O evento reúne artistas de diferentes áreas para celebrar a obra de Alcione e a homenagem preparada pelo cantor.

Com aproximadamente 13 faixas, o projeto revisita grandes sucessos da carreira da Marrom e tem a participação especial da própria cantora em algumas músicas. A proposta é preservar a essência e os arranjos originais das canções, unindo a identidade musical de Ferrugem à trajetória de Alcione em um encontro entre gerações do samba e do pagode.

À Quem, Ferrugem falou sobre a responsabilidade de homenagear Alcione no projeto Legado e destacou a importância da cantora para a história do samba e para sua própria trajetória. "Não é mole, não. É assim, a gente... É como ela diz, não é uma qualquer, né?", começa.

"Então, tem que se fazer com muito respeito, com muito cuidado, respeitando toda a história dela, fazendo com que as pessoas entendam que o fato de eu estar aqui hoje cantando, vivendo de música, fazendo sucesso, é porque ela e vários outros pavimentaram uma estrada que foi muito difícil", completa o cantor.

Segundo o cantor, a artista fez parte de uma geração que precisou superar o preconceito contra o gênero musical e abriu caminho para que outros sambistas conquistassem espaço. Ele ainda relembrou o apoio que recebeu da Marrom no início da carreira.

"O samba é badalado, a gente faz grandes festivais, os sambistas vão no Rock in Rio tocar, mas isso só aconteceu, só é possível hoje porque pessoas como ela ralaram muito. Então, a homenagem vai por conta disso e vai também porque ela segurou a minha mão no início da minha carreira, gravou comigo, me levou para vários lugares, credibilizou, sabe, o meu trabalho. Então, é só agradecer a Deus e a ela e tentar fazer o melhor, porque é difícil cantar as músicas dela, mas eu vou dar o meu melhor essa noite."

Ao explicar como adaptou o repertório de Alcione para sua voz, Ferrugem afirmou que procurou equilibrar as características da cantora com seu próprio estilo. "Então, o legal é que os nossos timbres se conversam. Então, eu não precisei, tipo, de repente, mudar as tonalidades e tal, mas eu tenho o meu jeito um pouco mais particular de cantar e acho que a galera vai conseguir sentir essa mescla. Eu quis deixar o sentimento das músicas dela soar até dentro de mim e pôr pra fora com a essência dela e um pouco da minha essência também. Então, a galera vai conseguir sentir que houve essa mistura, essa alquimia ali, né, de Alcione com Ferrugem."

Indicado ao Grammy Latino, o cantor também relembrou o início da carreira, quando se apresentava em uma pizzaria sem receber cachê, e comparou aquela realidade ao momento que vive atualmente. "Pouquíssimo tempo atrás, pouquíssimos anos, eu tocava numa pizzaria e não tinha nem cachê. No final, a menina me dava dois guaranás de dois litros e duas pizzas pra eu dividir com o grupo com que eu tocava, que era o grupo 'Tô de Boa'. E hoje eu estou aqui, num senhor teatro desse, homenageando a maior voz do nosso... a maior voz feminina do nosso país. E com o teatro lotado, com pessoas importantíssimas aqui, é inimaginável. Eu sei que eu fui cantando e a música me trouxe pra cá."

View the original on Quem →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.