ESPNFollow live: Ramirez's error paves way for Rays' rallyESPN DeportesOhtani estará en alineación de Dodgers en J3 vs. BrewersPunchTinubu has done more for North — YilwatdaThe Jerusalem PostIDF chief vows to apply October 7 lessons, pledges to pursue Israel's enemies at military ceremonyCNN TürkKırmızı bültenle aranan cinayet şüphelisi Mardin’de yakalandı한겨레“부가 흘러나가는 도시에서 머무는 도시로”…부를 쌓는 해법 찾다UOLPGR diz que não há evidências de que Mendonça foi alvo de arapongagem por cúpula da PFZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioEl ComercioTemblor en Chile hoy, martes 13 de octubre: hora exacta, epicentro y magnitudReality Blurred3 new reality competitions, including Assassin, and 2 revivals中国新闻网A股开盘:超3400只个股飘绿,三大指数集体低开La NaciónMurió Netinho, el artista detrás de la exitosa canción “La isla del sol”
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, October 14, 2026

Caso Gisele: Justiça mantém prisão preventiva de tenente-coronel

Translate

A defesa da família da soldado Gisele Alves Santana comunicou que a Justiça manteve a prisão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa e fraude processual, nesta terça-feira (13).

Durante interrogatório de mais de oito horas, o réu declarou à Justiça que não é assassino e que segue preso injustamente há mais de 200 dias por um crime que não cometeu.

A defesa do tenente-coronel solicitou a revogação da prisão preventiva do homem. De acordo com a defesa da família de Gisele, o MP (Ministério Público) e a defesa da vítima foram contra o pedido.

Leia Mais

O oficial foi preso preventivamente no dia 18 de março, um mês após a morte de Gisele Alves. Ele segue sob custódia no Presídio Militar Romão Gomes, localizado na zona Norte de São Paulo.

Réu por feminicídio e fraude processual

Geraldo Leite Rosa Neto responde pelos crimes de feminicídio e fraude processual. Segundo a investigação, o tenente-coronel interferiu na cena do crime e no curso do caso.

Para o Ministério Público, o homicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado ao sentimento de posse e à recusa do acusado em aceitar o fim do relacionamento. A denúncia também afirma que Gisele foi surpreendida, sem possibilidade de defesa, circunstância que qualifica o crime.

Após o interrogatório de Neto, ocorrido no dia 5 de outubro, o oficial e a defesa da família de Gisele devem apresentar as alegações finais do caso. Finalizado esse processo, a juíza do caso avaliará os autos e decidirá se o caso será submetido ou não a júri popular.

O interrogatório

A CNN Brasil obteve acesso a íntegra do depoimento, prestado na última segunda-feira (5), no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. Na audiência, estiveram presentes representantes do Ministério Público, o advogado da família de Gisele e a defesa do oficial.

Ao longo do relato, Neto relembra o relacionamento com Gisele e afirma que, após o ocorrido, foi criada uma narrativa de que ele era um homem agressivo e violento com ela.

Descarta suicídio

O laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo, o qual a CNN Brasil teve acesso na sexta-feira (3), concluiu que a soldado Gisele não cometeu suicídio. O documento destaca a "impossibilidade de que Gisele tenha atirado contra a própria cabeça".

O segundo laudo manteve o mesmo resultado que a documentação anterior e contradiz a versão dos fatos apresentados pelo tenente-coronel. Entre as conclusões, há a incapacidade de Gisele acessar a arma usada no crime que estava em guardada em um guarda-roupa maior que a mulher.

Além disso, foi comprovado, a partir de uma análise, que não era possível visualizar do banheiro o local onde a soldado suspostamente teria cometido o suicídio, contradizendo o tenente-coronel que disse ter visto a esposa tirando a própria vida.

Encontrada morta no apartamento

Gisele, de 32 anos, foi encontrada morta em seu apartamento, no Brás, em 18 de fevereiro. Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas a investigação passou a apurar a hipótese de feminicídio.

Segundo a acusação, o tenente-coronel teria atirado contra a companheira durante uma discussão e depois alterado a cena para simular um suicídio. Laudos periciais apontaram inconsistências na versão apresentada pela defesa, segundo o Ministério Público.

O oficial também é acusado de ter tentado eliminar vestígios do crime. A investigação identificou vestígios de sangue nas roupas dele e indícios de que teria tomado banho após o crime.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.