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Monday, October 26, 2026

Eleição nos estados termina com 13 governadores reeleitos e 6 derrotados

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Treze governadores foram reeleitos nas eleições deste ano e vão permanecer no comando de seus estados por mais quatro anos. Ao todo, 18 disputaram a recondução, mas seis foram derrotados nas urnas.

O resultado representa uma taxa de sucesso de 72,2% entre os candidatos à reeleição, abaixo dos 90% registrados em 2022, quando 18 dos 20 governadores que tentaram um novo mandato venceram.

Os derrotados foram Mateus Simões (PSD), em Minas Gerais; Clécio Luís (União Brasil), no Amapá; Hana Ghassan (MDB), no Pará; Ricardo Ferraço (MDB), no Espírito Santo; Roberto Cidade, no Amazonas, e Soldado Sampaio (Republicanos), em Roraima. Ferraço foi o único a perder no segundo turno.

Dos 13 governadores reeleitos, 11 foram consagrados nas urnas ainda no primeiro turno. Neste segundo turno, saíram vencedoras Celina Leão (PP), no Distrito Federal, e Mailza Assis (PP), no Acre.

Ambas têm uma trajetória política parecida nesta eleição: eram vice-governadoras e ascenderam ao governo em abril deste ano após renúncia dos titulares. Com a vitória, tornaram-se as primeiras mulheres eleitas para governar seus estados.

A possibilidade de reeleição para cargos do Executivo foi instituída por Emenda Constitucional aprovada em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e aplicada pela primeira vez nas eleições de 1998.

Naquele ano, 15 governadores conquistaram um segundo mandato. Em 2002, foram nove reeleitos, o menor número da série histórica. Nas eleições seguintes, 13 governadores foram reconduzidos em 2006, 12 em 2010, 11 em 2014 e dez, em 2018.

Em 2022, o número subiu para 18 reeleitos entre 20 governadores que disputaram um novo mandato, o equivalente a 90% de sucesso. O número é o recorde da série histórica desde 1998.

Derrotado na disputa pela Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL) vinha sinalizado apoio ao fim da reeleição. Em março deste ano, ele apresentou uma PEC propondo o fim da reeleição, mas apenas para a Presidência.

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