Após luta de liminares, ministros negociam trégua para manter imagem do TSE

A iniciativa saiu do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que levou o relato para uma discussão interna nesta quinta-feira (15). O texto foi relatado pelo ministro André Mendonça, na condição de vice-presidente do tribunal.
Entenda a guerra de liminares
No dia 7 de outubro, a campanha do PL apresentou um pedido para investigar possível abuso de poder contra o canal Exército de Lula. O processo foi distribuído ao ministro Villas Bôas Cueva.
Enquanto relator, Cueva negou o pedido de Flávio Bolsonaro para derrubar o canal liminarmente. Logo depois, o ministro Nunes Marques acolheu um pedido de providências administrativas para suspender sumariamente o canal.
No dia 11 de outubro, o corregedor eleitoral suspendeu o ato da Presidência alegando falta de provas que indicassem a necessidade de restringir o canal da campanha favorável à reeleição de Lula.
O ministro Nunes Marques determinou então que o grupo seja oficialmente registrado como canal de campanha de Lula. O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou na terça-feira (13) que entende que o canal é um instrumento autônomo da estrutura de campanha, mas seguiu a ordem do presidente do TSE para que o grupo continue ativo.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.