Flávio aproveita vitória de Ruas para exibir força em 3 eventos no RJ
"Em 1º de janeiro, vou subir a rampa e receber a faixa das mãos do melhor presidente da história do Brasil: Jair Bolsonaro", disse. No mesmo evento, prestou continência a policiais militares que patrulhavam o local.

No início da tarde, em um encontro com mulheres no Itanhangá, na zona oeste do Rio, a estratégia de mobilização ganhou outro formato. Flávio pediu que tocassem o funk de sua campanha para animar os presentes, dançou, tirou fotos com apoiadores e ergueu uma imagem do pai impressa em um quadro.
No encontro, também defendeu uma das principais pautas conservadoras da direita em 2026: a oposição aos direitos de pessoas trans. "Pra que as nossas filhas possam ir em banheiro feminino sem serem importunadas por um cara que se sente mulher", afirmou. Em seguida, defendeu que o esporte feminino seja disputado apenas por mulheres.
Às 15h, Flávio chegou à convenção pelos cem anos da Assembleia de Deus Ministério de Madureira, no Maracanãzinho, lotado de fiéis. No mesmo horário, uma sessão do TRE-RJ declarou Ruas eleito governador, após a retotalização dos votos decorrente da decisão do TSE que anulou os votos do então candidato Anthony Garotinho (Republicanos).
Ao lado do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, e do pastor Silas Malafaia, Flávio recebeu o apoio público do bispo Samuel Ferreira. O religioso enumerou motivos pelos quais pediria votos para o senador, embora afirmasse que não poderia fazê-lo. Em seguida, convocou a plateia a repetir o coro "igreja vota em igreja" mais de dez vezes e chamou Flávio para discursar.
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