CAN2027. Guiné-Bissau e Moçambique triunfam, Cabo Verde volta a perder
Em Bissau, Franculino Djú (15 minutos), o capitão Mama Baldé (66) e o suplente Álvaro Djaló (90+5), ex-jogador do Sporting de Braga, marcaram pelos 'djurtus', que vinham de um triunfo na Tanzânia (2-0).
A Guiné-Bissau atingiu o segundo êxito ao quinto duelo perante a Nigéria, campeã em 1980, 1994 e 2013, e repetiu a surpresa conseguida há três anos, em Abuja, na fase de acesso à CAN2023.
Os lusófonos isolaram-se no topo da 'poule' e levam seis pontos, contra três dos nigerianos, segundos classificados, sendo que Madagáscar e Tanzânia - já qualificada como coanfitriã - pontuaram, pela primeira vez, ao empatarem no país insular (1-1).
No fundo do Grupo K e com derrotas sob orientação de Humberto Bettencourt continua Cabo Verde, derrotado na receção ao Ruanda (2-1).
Gilson Benchimol adiantou os ‘tubarões azuis’ (40 minutos), mas Claude Niyomugabo (45+2) e Elie Tatou (52) deram a volta para os ruandeses, que contabilizam seis pontos.
No grupo J, Moçambique estreou-se a ganhar na receção ao Sudão (4-1), marcando através de Witi (24 minutos), do suplente Chamito (46 e 62) e de Ricardo Guima (58), com o recém-entrado Yasin Hamed a reduzir de penálti (88).
Moçambique soma os mesmos quatro pontos do Senegal, vencedor da CAN em 2021 e finalista em 2025, que triunfou na Etiópia (1-0), ainda sem pontos.
Já o Gana, comandado pelo português Carlos Queiroz e com quatro conquistas, voltou a perder e prossegue sem pontos no fundo do Grupo C, tendo desperdiçado dois golos de vantagem na receção à Gâmbia (4-2).
No topo da 'poule' está a Costa do Marfim, três vezes campeã e triunfante sobre a Somália (2-0), que competiu como anfitriã em Abidjan.
A qualificação definirá 21 dos 24 participantes na fase final da CAN, à qual acedem os dois primeiros classificados de nove dos 12 grupos e os vencedores das outras três ‘poules’ em que estão os países organizadores.
A 36.ª edição da principal prova africana de seleções disputa-se entre 19 de junho e 17 de julho de 2027, sob inédita organização tripartida entre Quénia, Tanzânia e Uganda.
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