Irão garante que forças norte-americanas "fugiram"

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10:11
Austrália investiga alegadas ligações ao país do copiloto de voo da Flydubai
As autoridades da Austrália confirmaram que estão a investigar alegadas ligações ao país do copiloto de um voo da Flydubai que terá atacado o piloto durante uma viagem para Israel.
A Polícia Federal Australiana (AFP, na sigla em inglês) disse que a Equipa Conjunta de Contraterrorismo de Victoria, integrada pela AFP, pela Polícia de Victoria e pela Organização Australiana de Inteligência de Segurança, está a investigar as alegadas ligações do homem à Austrália,
Isto após a imprensa local ter revelado que o copiloto do voo da Flydubai, Hamam al Hammami, natural de Omã, obteve um visto de estudante em 2014 e estudou na Austrália entre 2015 e 2017.
A AFP irá investigar se Hamam al Hammami se terá radicalizado durante a estadia no país.
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10:10
Estônia desloca tropas para mais perto da fronteira com a Rússia e prepara-se para confronto direto
A Estónia está a deslocar forças para junto da fronteira leste com a Rússia, avança o Financial Times. As autoridades estónias orderam a realocação de uma brigada para a cidade de Jõhvi, localizada a 50 quilómetro da fronteira com a Rússia, como preparação para uma possível agressão russa.
Os chefes militares e os responsáveis pelos serviços de informação da Estónia não acreditam que Moscovo queira uma guerra em grande escala com a NATO, pelo menos nos próximos dois anos, mas consideram que o país vizinho está a preparar-se para um possível conflito com a pequena nação báltica, que poderá ser a Estónia.
“Temos que começar pela fronteira e vencer logo as primeiras batalhas”, disse o coronel Tarmo Kundla, comandante da Primeira Brigada da Estónia, a principal força de combate do país. Um alto responsável pelos serviços de informação estónios acrescentou que ” período crítico” nos Estados Bálticos “será nos próximos um a quatro anos”.
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10:06
Irão garante que forças norte-americanas "fugiram" e se afastaram mil quilómetros das fronteiras do país
Um alto comandante da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que o exército norte-americano se afastou mil quilómetroos das fronteiras do Irã.
“Os americanos fugiram e deslocaram-se para mais de mil quilómetros das nossas fronteiras. Isso não foi uma escolha deles; foi devido à autoridade da República Islâmica e à autoridade da Força Terrestre da Guarda Revolucionária Islâmica”, disse Ali Fadavi, numa entrevista, citado pelo Middle East Eye.
O responsável acrescentou que, pela primeira vez, os navios de Washington não estão presentes no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz, no Mar de Omã ou no norte do Oceano Índico, sublinhando ainda que os navios de guerra norte-americanos são “100% vulneráveis” a ataques da Guarda Revolucionária Islâmica.
Fadavi também enfatizou que o Estreito de Ormuz permanece sob o controle de Teerão e afirmou que a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica alertou os navios que utilizam a rota sul supervisionada pelos EUA de que “suas embarcações podem ser atingidas a qualquer momento”.
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10:03
Bom dia.
Abrimos este liveblog para acompanhar ao detalhe os conflitos e tensões geopolíticas internacionais.
Pode recordar o que se passou ontem neste outro artigo em direto, que agora arquivamos.
EUA retiram bombardeiros utilizados no Irão de base área britânica
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