PM apura suspeita de bomba em mochila jogada nas proximidades do STF
A Polícia Militar de Brasília apura uma suspeita de bomba em uma mochila na noite desta quinta-feira (1º) nas proximidades do STF (Supremo Tribunal Federal), na praça dos Três Poderes, na região central de Brasília. Um homem foi detido pelos agentes, que vistoriam o local.
Em comunicado, a corporação afirmou que o objeto foi arremessado em um ponto de ônibus que fica ao lado da sede do Supremo, na via S1. O tribunal confirmou que o homem, que permanece detido no local, tentou pular as grades de segurança. O episódio ocorreu por volta das 20h.
Segundo apurou a Folha, ele tentou invadir a corte, mas, depois de não ter conseguido, jogou a mochila.
"A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento do STF, sendo imediatamente acionadas a Polícia Militar e a Polícia Judicial", disse o STF, em nota. O perímetro, então, foi isolado e está sob controle das equipes.
O Esquadrão Antibombas da PM-DF agora avalia se trata-se de um artefato explosivo. Não há estimativa de quanto tempo durará a operação. As pessoas que estavam próximas ao local, incluindo jornalistas, foram orientados a se afastar –como determina os protocolos de segurança nesses casos.
Dentro do prédio do STF, a movimentação está normal. O presidente da corte, Edson Fachin, já havia deixado as dependências quando o episódio ocorreu.
Na noite de 13 de novembro de 2024, o haveiro Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiu França, se explodiu na frente do STF depois de lançar bombas e causar uma explosão em um carro próximo do local.
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