InquirerSouthern Leyte seeks Maasin-Clark flight as airport rehab advancesPunchNSCDC arrests ex-AEDC worker, others over N350m cable theftוואלה32 רקטות מוכנות לשיגור: צה"ל איתר בדרום לבנון - טרם הפסקת האשDaily MaverickWHAT’S COOKING: A trio of venison recipes from the heart of the KarooESPN59 points for the Bears? 41 for the Ravens? Let's size up four NFL offenses that erupted in Week 1Bollywood HungamaEXCLUSIVE: Himesh Reshammiya reunites with Vikram Bhatt after 13 years for 1920: Cold Winter; horror flick to be shot in MussoorieRTP DesportoI Liga. Braga Vence Estoril por 1-0 com Golo Decisivo de Jonas WindThe Jerusalem PostRussian frigate fires flares at NATO member Denmark's military helicopter in international watersInquirer Entertainment‘Forgotten Island’ introduces underrepresented Filipino culture to the worldThe South AfricanUnited Rugby Championship: All player moves, transfers for SA teamsBBC News BrasilAO VIVO: Caso Moraes-Vorcaro é analisado em sessão plenária pelo STF; acompanheUOLGoverno acredita que decisão firme do STF sobre Moraes reduz margem para intervenção dos EUA
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, September 15, 2026

Botafogo perde eficiência após a Copa, vê rendimento despencar e liga alerta no Brasileirão

Translate

Técnico Rodrigo Bellão, do Botafogo, em jogo contra o Palmeiras pelo Brasileirão — Foto: Vitor Silva/BFR

Em um recorte de 11 jogos antes e depois da Copa, o Botafogo teve queda considerável no aproveitamento, passou a produzir menos ofensivamente e, para completar, concedeu mais oportunidades aos adversários. Dois treinadores comandaram o time no período: Franclim Carvalho e o interino Rodrigo Bellão.

Gols caem abaixo da metade

A principal diferença aconteceu no ataque. Nos 11 jogos antes da Copa, o Botafogo marcou 20 gols, uma média de 1,8 por partida. Nos 11 jogos depois da paralisação, foram apenas nove, com uma média de 0,8. Há também uma queda no número de finalização. O time passou de 201 tentativa (18,3 por jogo) para 178 (16,2 por jogo).

Logo, considerando os números, a conclusão é que o Botafogo ainda consegue chegar próximo ao gol do adversário, mas passou a precisar de praticamente o dobro de oportunidades para marcar. Antes da Copa, a equipe fez um gol a cada 10,1 finalizações, e média. Depois, passou a precisar de 19,8. O ponto de maior mudança no desempenho é a falta de eficiência.

Franclim Carvalho, técnico do Botafogo, no jogo contra o Vitória — Foto: Walmir Cirne/AGIF

A queda ofensiva ajuda a explicar a diferença nos resultados e no aproveitamento. Antes da Copa, foram cinco vitórias, três empates e três derrotas, com aproveitamento de 54,6% em 11 partidas. Depois, o Botafogo venceu apenas três vezes, empatou quatro e perdeu outras quatro, reduzindo o aproveitamento para 39,4%.

Defesa mais vulnerável

Além disso, neste período, o Botafogo também passou a ter menos controle das partidas. A posse média caiu de 53% para 49%, enquanto o número de desarmes aumentou de 127 para 150 no mesmo número de jogos. Desta forma, o crescimento dos desarmes não é positivo, porque indica que o time passou a trabalhar mais sem a bola e a precisar recuperá-la com maior frequência.

Podcast analisa: "O Botafogo estava sendo engolido pelo Bragantino"

Podcast analisa: "O Botafogo estava sendo engolido pelo Bragantino"

Outro dado que chama atenção é o número de finalizações permitidas aos adversários. Antes da Copa, o Botafogo havia sofrido 134 arremates em 11 jogos. (12,2 por jogo). Depois, o número subiu para 165 (15 por jogo). Os gols sofridos também aumentaram: de 13 para 16.

A queda de rendimento não é responsabilidade de apenas um setor do time. Esses dados explicam porque o Botafogo começa a se preocupar com a zona de rebaixamento nesta reta final do Brasileirão. Neste cenário, próximo confronto virou um duelo direto, contra o Grêmio, na próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), em jogo atrasado da 21ª rodada.

View the original on Globo Esporte

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.