ESPNFollow live: Ramirez's error paves way for Rays' rallyESPN DeportesOhtani estará en alineación de Dodgers en J3 vs. BrewersPunchTinubu has done more for North — YilwatdaThe Jerusalem PostIDF chief vows to apply October 7 lessons, pledges to pursue Israel's enemies at military ceremonyCNN TürkKırmızı bültenle aranan cinayet şüphelisi Mardin’de yakalandı한겨레“부가 흘러나가는 도시에서 머무는 도시로”…부를 쌓는 해법 찾다UOLPGR diz que não há evidências de que Mendonça foi alvo de arapongagem por cúpula da PFZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioEl ComercioTemblor en Chile hoy, martes 13 de octubre: hora exacta, epicentro y magnitudReality Blurred3 new reality competitions, including Assassin, and 2 revivals中国新闻网A股开盘:超3400只个股飘绿,三大指数集体低开La NaciónMurió Netinho, el artista detrás de la exitosa canción “La isla del sol”
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, October 14, 2026

Mudanças e sintomas da menopausa começam muito antes da última menstruação

Translate

Um estudo que analisou mais de 300 milhões de exames laboratoriais, aponta que a última menstruação está associada a alterações hormonais, ósseas, hepáticas, renais e metabólicas. Além disso, a análise mostra que as alterações nos hormônios sexuais começam cerca de sete anos antes da menopausa e que a perda óssea se acelera em relação à cessação permanente da menstruação.  

Os resultados da pesquisa mostram que o período da menopausa pode causar mudanças abruptas em diferentes sistemas do organismo feminino.  

A fase corresponde ao esgotamento dos folículos ovarianos, com flutuações dos hormônios sexuais nos anos que antecedem a menopausa, o que resulta na queda no estrogênio e na progesterona e ao aumento do FSH, porém com diferenciações entre mulheres.  

Leia Mais

A pesquisa “A reconstrução da dinâmica da menopausa em escala populacional revela um declínio fisiológico abrupto no último período menstrual” foi publicada, na última segunda-feira (12), na revista Nature e pode ser acessada neste link.

O artigo descreve o fenômeno da menopausa como um “precipício fisiológico”, caracterizado por mudanças acentuadas em diferentes funções do organismo. Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram dados de dois grandes conjuntos de informações de saúde: o National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), dos Estados Unidos, e registros médicos da Clalit, uma organização de serviços de saúde de Israel.  

Com isso, eles desenvolveram um método computacional para reconstruir as alterações fisiológicas do último período menstrual, utilizando mais de 300 milhões de exames laboratoriais, entre 1999 e 2024.  

As mudanças mais expressivas, segundo o estudo, foram observadas nos hormônios sexuais, mas os cientistas também identificaram alterações quanto ao metabolismo de lipídios, à função dos rins e do fígado, à saúde dos ossos e à regulação de água e sais minerais no organismo. 

Alterações dos hormônios sexuais começam mais de dez anos antes. A pesquisa também identificou mudanças em três importantes hormônios sexuais que apresentam alterações muito antes da última menstruação.  

A maioria dos testes laboratoriais ainda mostram uma mudança abrupta na menopausa. Alguns dos principais déficits de saúde incluem diagnósticos de diabetes, osteoporose, doença hepática, doença cardíaca e sintomas como dificuldade para dormir. 

Os eventos cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral, também se aceleram após a menopausa. A anemia foi o único ponto clínico que apresentou queda na prevalência na menopausa. 

Terapia hormonal pode atenuar alterações   

Os pesquisadores também investigaram a relação entre a terapia hormonal da menopausa e as mudanças identificadas nos exames laboratoriais. 

Os resultados apontam que a maioria dos aumentos nos níveis séricos, ou seja, quantidade de uma substância, como um nutriente, hormônio ou medicamento, medida no soro do sangue, na menopausa é reduzida nas participantes que relataram uso atual de terapia hormonal na menopausa.  

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.