CNN TürkDışişleri Bakanı Hakan Fidan'dan New York temaslarıInquirerMarcos declares local holidays in 5 towns across PHThe Jerusalem PostGallant confirms Hamas warned Shin Bet ahead of Oct. 7, says Netanyahu barred him from US talksDaily MaverickWORLD NEWS DAY OP-ED: Journalism faces a moral test in the age of AI-driven misinformationPunchGunmen kill 27 in South Africa shootings한겨레[사설] 도 넘은 국민의힘의 DMZ 지뢰사고 ‘정쟁화’UOLPolícia britânica prende suspeitos perto de base aérea usada pelos EUASözcüAfrika'nın kutsal tepesini delik deşik etmek için iki ülke birbirine girdiCollider17 Years Later, a Dark Horror Fantasy Masterpiece Is Officially a Streaming Hit20 Minuten«Grossartig»: Harry schwärmt über Rückkehr nach GrossbritannienMintPM Modi's Mann ki Baat Top Quotes: From surgical strike to amla, Ashok Singhal and ‘most beautiful tribute to Bapu’Straits Times SportHow young is too young as child prodigies win big at Asian Games
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, September 27, 2026

Bets proibidas: “Sobram razões jurídicas recorrerem”, diz pres. do Flu

Translate

A proibição das bets e casas de apostas, anunciada pelo governo federal por meio de medida provisória nesta sexta-feira (25), gerou forte reação do futebol brasileiro.

Em entrevista à CNN, Mattheus Montenegro, presidente do Fluminense, afirmou que a decisão preocupa profundamente o clube e todo o setor esportivo nacional, destacando um impacto financeiro superior a R$ 100 milhões para o tricolor carioca.

Impacto financeiro e desvalorização dos ativos

Montenegro explicou que o prejuízo estimado para o Fluminense vai além do patrocínio máster, atingindo também contratos de placas de campo e estoques de camisas já produzidas com seis meses de antecedência.

Leia Mais

"É uma medida que foi tomada do dia para a noite e o impacto é muito grande", declarou. O dirigente contextualizou ainda que o Flamengo, segundo informações divulgadas na mesma edição do programa, pode ter perdas de até R$ 430 milhões, enquanto o futebol brasileiro como um todo sofreria uma redução de R$ 2,5 bilhões em receitas para o próximo ano.

Para Montenegro, o problema central é que todos os clubes perdem seus patrocinadores simultaneamente, o que desvaloriza o mercado de forma generalizada. "Qualquer empresa que tenha interesse em patrocinar um clube de futebol vai ter quase todos os clubes disponíveis no mesmo momento. Isso desvaloriza muito o ativo e faz com que a camisa perca valor de mercado", afirmou.

Argumentos jurídicos para contestar a medida

O dirigente do Fluminense sinalizou que o clube deve recorrer ao Poder Judiciário, elencando diversos pontos de inconstitucionalidade na medida provisória.

O principal deles, segundo Montenegro, é a ausência de um período de transição, o que, em sua avaliação, viola de forma clara a Constituição e as leis vigentes. Ele acrescentou que o setor de bets arrecadou R$ 9 bilhões para o governo entre janeiro e agosto, e que a MP não apresentou nenhuma estimativa do impacto fiscal da proibição.

Outro argumento levantado por Montenegro diz respeito à efetividade da medida. Para ele, proibir as bets reguladas não equivale a eliminar o jogo, uma vez que apostas ilegais continuarão a existir no ambiente digital.

"Você está terminando com um setor que é regulado, que as empresas têm controle sobre os apostadores (...) e deixa o mercado clandestino livre", argumentou.

Ele ressaltou ainda que a utilização de medida provisória exige relevância e urgência, e que, neste caso, havia projetos de lei sendo debatidos no Congresso que o governo havia ignorado.

"O argumento jurídico é o que não falta e, sem dúvida, os clubes vão socorrer ao Poder Judiciário", concluiu.

Patrocinador já havia sinalizado rescisão e lojistas ficam no prejuízo

Montenegro revelou que o patrocinador máster do Fluminense já havia enviado uma notificação prévia informando que rescisão do contrato ocorreria caso a medida provisória fosse publicada.

Após a publicação oficial, nenhuma nova comunicação foi enviada, mas a intenção já estava clara. O próximo jogo do clube está previsto para 8 de outubro, e a própria MP estabelece que, a partir do dia 5 do mesmo mês, a exibição de marcas de bets não seria mais permitida.

O dirigente chamou atenção ainda para a situação dos lojistas que operam as mais de 30 lojas oficiais do clube, que possuem grandes estoques de camisas com a marca do patrocinador e não poderão comercializá-las.

"Os lojistas estão desesperados, sem saber o que fazer, porque não vão poder vender um produto que eles adquiriram. E a responsabilidade, no fim do dia, sempre volta para o clube", disse Montenegro, questionando quem ressarcirá o Fluminense pelos prejuízos acumulados.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.