InquirerLacson: At least 13 land titles cover 170 hectares of Laguna Lake encroachmentCNN TürkDevlet Bahçeli'den Gaziler Günü mesajı: "Gaziler bizim göz nurumuzdur"Bollywood HungamaYeh Prem Mol Liya: Himesh Reshammiya to launch title track of Ayushmann Khurrana, Sharvari starrer live with 25-piece orchestra on September 20וואלהגבר בן 28 נפצע באורח קשה באזור צומת ברטעהPunchJehovah’s Witnesses announce adjustment to blood transfusion policyThe Jerusalem Post'I say free Palestine to my children': Paloma Faith clashes with Ed Sheeran over Macklemore falloutVanguard2027: Atiku’s loyalist dumps ADC Reps ticket, declares for TinubuUOLSem ganhadores, Lotomania acumula e prêmio chega a R$ 3,5 milhõesCollider‘Ted Lasso’ Star’s Prime Video Miniseries Is Officially a 60 Day Sleeper HitSky TG24Banche, il Rapporto Abi: prestiti a famiglie e imprese in rialzo del 3,4%Daily MailFire breaks out at major hotel that has previously been used to house migrants as guests are evacuatedعالم التقنيةسامسونج تدعم هاتف Galaxy M56 بتحديث أمني جديد لشهر سبتمبر 2026
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, September 19, 2026

Sindicato dos Jornalistas apela a boicote a Montenegro

Translate

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apelou esta sexta-feira às redações e direções de informação para não enviarem jornalistas a declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, quando não houver possibilidade de colocar perguntas.

Num comunicado intitulado “Se Montenegro não aceita perguntas, boicotem as declarações”, o sindicato acusa o chefe do Governo de ter tornado habitual a realização de declarações públicas sem um período posterior para questões dos jornalistas.

Como exemplo mais recente, o SJ refere a declaração feita por Luís Montenegro na quinta-feira, após o Conselho de Ministros, para apresentar as medidas aprovadas pelo Governo, sem responder a perguntas.

“Se não permitem colocar questões, não devem estar jornalistas presentes”, defende o sindicato, apelando a uma “posição de força” por parte das redações e direções de informação.

A estrutura sindical recorda que o IV Congresso dos Jornalistas aprovou uma proposta de boicote a conferências de imprensa em que não fosse permitido aos jornalistas fazer perguntas.

Para o SJ, impedir a colocação de questões limita o exercício da atividade jornalística, sobretudo no escrutínio de pessoas que ocupam posições de poder público ou privado.

“Impedir perguntas é impedir a prática jornalística. É imperiosa a necessidade de questionar as pessoas em posições de poder, sejam decisores públicos ou privados. Sem essa hipótese, transmitir as suas declarações é participar num exercício de propaganda – mais vale que enviem um comunicado de imprensa”, lê-se no mesmo comunicado.

O SJ recorre também a um episódio do 25 de Abril de 1974, lembrando que Salgueiro Maia respondeu a perguntas da imprensa durante o cerco ao Quartel do Carmo, para defender que os responsáveis políticos devem reservar espaço para questões dos jornalistas quando fazem declarações públicas.

“Diga-se que até Salgueiro Maia, em pleno cerco ao Quartel do Carmo, tirou 14 minutos para responder às questões da imprensa sobre o golpe em curso a 25 de abril de 1974. Ficou de costas para os militares da GNR que recusavam render-se. Meio século volvido, seria de esperar que o líder do executivo PSD/CDS repetisse a cortesia tendo sempre espaço para perguntas de jornalistas quando deseja falar ao público”, conclui o sindicato.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.